Adalberto Queiroz, Catolicismo, Francofonia, Raïssa et Jacques Maritain

O casal Maritain nos “Cadernos de Sizenando (2)”

Anotações de leituras. Em 2006, passei boa parte do ano lendo o casal Raïssa e Jacques Maritain. As notas de leitura são ilegíveis, mas têm para mim um significado muito especial. Agora mesmo, trabalhando num novo livro de poemas, retomei temas que nasceram lá em 2006, com o casal Maritain, como a extensão deste verso… Continuar lendo O casal Maritain nos “Cadernos de Sizenando (2)”

Adalberto Queiroz, Catolicismo, Poemas de Amor, Poemas de esperança, Poesia

Ao nosso amor, poema em destaque

Fiquei muito feliz com este destaque dado pelo site do Instituto Cultural Sicoob ao meu poema (Ao nosso amor). Para ler o poema, clique na figura abaixo.

Catolicismo, J.O. de Meira Penna, Liberalismo, Literatura, Literatura brasileira

Adeus a J.O. de Meira Penna (14/3/1917-29/7/2017)

O adeus! a Meira Penna. O pacto de silêncio em torno da obra deste grande brasileiro, falecido ontem com a idade de um século, parece rondar até sua própria morte. É fato. A cobertura é defeituosa e indevida para a dimensão da personagem - Meira Penna, mas a imprensa de viés esquerdista não quer saber… Continuar lendo Adeus a J.O. de Meira Penna (14/3/1917-29/7/2017)

Adalberto Queiroz, Canções Mexicanas, Catolicismo, Destino Palavra

Destino palavra (poesia falada)

Clique no link abaixo para ouvir o poema falado. https://soundcloud.com/adalbertoqueiroz/cancoes-mexicanas-4

Catolicismo

Entrevista com Adelaide Ivánova

IVAnova, Adelaide.

escamandro

montagi Crédito da foto original: Roberto Stuckert Filho, Jornal Grande Bahia.

o ato tanto de entrevistar quanto de ser entrevistado faz, sem sombra de dúvida, parte daquela fina arte chamada dar a cara a tapa. já dizia hilda hilst sobre entrevistas: “É quase como uma confissão. Agora, no caso específico de um escritor, a entrevista se complica porque tudo o que um escritor tem a dizer, tudo o que ele imagina verbalizar, o seu mais fundo, a sua mais intensa verticalidade, está dito no seu trabalho, e já da melhor forma que ele acredita ser possível traduzir. Não acredito que escritor algum consiga verbalizar com mais verdade que no seu próprio trabalho”. em assim sendo, ainda que com todo meu amadorismo enquanto entrevistador, tentei, ao máximo, don’t fuck it up e manter um diálogo, não engessado & bacana, com a adelaide ivánova. o resultado é isso que vocês podem conferir…

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John Keats, Literatura, Literatura Inglesa, Poesia, poesia inglesa

Um soneto escrito em 15 minutos permanece vivo há dois séculos

SIM, quinze minutos teria sido o tempo que levou Keats para escrever um soneto que é hoje um clássico. Isso é que nos conta Péricles Eugênio da Silva Ramos sobre este soneto abaixo, traduzido pelo próprio autor da introdução ao volume de Poemas do inglês KEATS e cujo original vai abaixo transcrito, após a tradução.… Continuar lendo Um soneto escrito em 15 minutos permanece vivo há dois séculos

Crítica Literária, Jorge Luis Borges, Literatura, Literatura hispânica

“A flor de Coleridge”, de Borges e JLG

BORGES

“Aqueles que copiam minunciosamente um escritor fazem-no de modo impessoal, fazem-no por confundir esse escritor com a literatura, fazem-no por supor que se afastar dele em um ponto é afastar-se da razão e a ortodoxia. Durante muitos anos, eu acreditei que a quase infinita literatura estava em um homem. Esse homem foi Carlyle, foi Johannes Becher, foi Whitman, foi Rafael Cansinos-Asséns, foi De Quincey” (Jorge Luis Borges, em Outras inquisições).

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Toute la mémoire du monde

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coleridge 5 Histoire(s) du cinéma: Les signes parmi nous

“Em 1938, Paul Valéry escreveu: “a história da literatura não deveria ser a história dos autores e dos acidentes de uma carreira ou da carreira de suas obras e sim a história do Espírito como produtor ou consumidor de literatura. Essa história poderia chegar ao fim sem mencionar um só escritor”. Não era a primeira vez que o Espírito formulava essa observação; em 1844, no povoado de Concord, outro de seus amanuenses havia anotado: “diria-se que uma só pessoa havia redigido quantos livros há no mundo; tal unidade central há neles que é inegável que sejam obra de um só cavaleiro onisciente” (Emerson: Essays, 2, VIII). Vinte anos antes, Shelley julgou que todos os poemas do passado, do presente e do porvir, são episódios ou fragmentos de um só poema infinito, erigido por todos os poetas do universo (A Defence of Poetry, 1821).

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