Na ponte o dragão de Ljubljana

Curtindo uma temporada na Eslovênia, cheguei até este post do “Turista ocasional” e gostei muito. Hoje mesmo, num frio de 6 graus Celsius, cruzei a ponte em direção à Catedral. Obrigado pelo artigo. Vale a pena ler, estimado leitor.

Turista Ocasional

Na cidade de Ljubljana existem diversas pontes que permitem a passagem sobre o rio  Lublianica, algumas mais celebres que outras (a wikipedia enuncia 17 dessas pontes).

O artigo anterior terminou, justamente, referindo a ponte mais célebre da cidade, a ponte tripla (Tromostovje), mas existe uma outra que merece ser referida imediatamente a seguir, a ponte do dragão (Zmajski most)

Esta ponte é um dos pontos turísticos mais conhecidos da cidade. Quatro dragões verdes, dois de cada lado, estão orgulhosamente a guardar a ponte e a própria cidade.

Ljubljana - paisagem avistada da ponte do dragao, a ponte e os dragoes

Antes de mais convém advertir as senhoras: dizem que o dragão acena a cauda, ​​quando a ponte é atravessada por uma virgem!

A história da ponte vai muito para trás no tempo, quando era de madeira e a ponte se chamava de ponte do talhante. Em 1901, a ponte existente foi construída no estilo de arte da secessão, e dedicada a Franc Jozef, o Imperador Habsburgo. Estão escritos…

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Seguindo os passos de Jesus com o poeta francês Paul Claudel (1)

capa-claudel

Encontrei este livrinho num sebo em B. Horizonte e agora o texto de Paul Claudel num site francês.
Eis um texto muito  adequado à semana que irá se iniciar, mas não pude esperar para publicá-lo.
Eis, pois, para os francófonos, boa opção esta de meditar sobre o poema enquanto aguardamos a semana Santa.
Tomo conhecimento, após ter publicado a primeira versão deste post, que um compositor de renome [Marcel Dupré (1886-1971), um dos mais famosos organistas do período em que viveu], criou uma peça baseada nos 14 poemas de Claudel e a executou a cada Quaresma, no período de 1934 até sua morte em 1971.
As referências na web me levaram a saber que a peça de Dupré continua uma referência ao mundo do órgão e que até hoje são realizadas apresentações desta peça, durante a Quaresma, em França e ao redor do mundo.
Jean Marchand première station

Quaresma: a escada, entre um deserto e um jardim – Jornal Opção

T.S. Eliot, poeta cristão anglo-americano.

Meu artigo quinzenal em Opção Cultural (Goiânia).


https://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/quaresma-a-escada-entre-um-deserto-e-um-jardim-175471/

BLAKE E AS VOZES DOS ANJOS

O poeta e tradutor Ivo Barroso fala sobre William Blake. Imperdível.

Gaveta do Ivo


Para quem nunca ouviu falar de William Blake – eis um livro pedagogicamente útil: contém um prefácio, escrito em linguagem acessível, sem os mata-burros da erudição nem os quebra-molas das citações frequentes, que permitirá ao leitor situar-se com facilidade no cenário histórico-geográfico-sociológico do poeta inglês, saber algo de sua vida e conhecer o significado e a importância de sua obra. O leitor iniciante poderá perguntar que importância teria Blake para o mundo moderno e, mais ainda, para o Brasil de hoje, tão curiosamente à parte do estágio cultural de outras regiões. Blake é um precursor, um pré-vidente do mundo moderno, um revolucionário, um defensor do individualismo, da liberdade sexual, de um papel mais relevante para a mulher – e sua poesia influenciou poetas de grande importância para o avanço das concepções e técnicas poéticas, como Walt Whitman e Dylan Thomas, para ficarmos só aí. A leitura de sua obra poderá…

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A grande recusa – Jornal Opção


Os 154 poemas canônicos de Kaváfis valem por uns outros mil de outros poetas menores .
O poeta grego (1863-1933) é considerado o T.S. Eliot da Grécia e escrevia também em Inglês. Para ler o artigo na íntegra, clique aqui neste link.

Sibila

Sibila.

Mukandas do Nelsinho

Hoje é sexta, na iminência de entrarmos na derradeira semana de março, do derradeiro ano desta década. Aflorou-me a lembrança de que os que eram bebês no momento do inferno do WTC, estão entrando ou até já entraram na universidade, sendo esse e outros eventos do início do milênio, para esses jovens, nada além de histórias escritas na História. É claro que eu realizo estar a fazer chover no molhado, mas apeteceu-me falar porque comprei um livro escrito e publicado em 1953 e de repente me senti, de forma ultrarrealista, ao tempo da publicação com os meus nove anos num daqueles dias mais comuns, saindo para a minha escola carregando a bolsa com a lousa, as penas de ardósia, os lápis e demais itens. Parece que foi hoje de manhã!…

O livro, que comprei no Sebo, ou, em bom lusitano, no Alfarrabista, é “A Sibila” de Agustina Bessa-Luis, que procurei…

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