Recorte Lírico – 1/2020

Encare toda aquela coisa sobre janeiro: a cabeça velha voltada para trás, a nova, para a frente. Observamos o que se passou, projetamos algo novo – decisões de ano novo. Quão novo? Quão velho? Caberá ao leitor decidir como fazer o balanço do ano velho e projetar o novo. Nesta crônica inicial na #Recorte Lírico, … Continuar lendo Recorte Lírico – 1/2020

A poesia do Natal

"Adoração dos pastores" ( Bartolome Esteban Murillo - óleo sobre tela - 147 x 218 cm - 1668) 20 de dezembro de 2019 por Adalberto De Queiroz 8 Comentários Opoeta e crítico anglo-americano T.S. Eliot, em “Virgílio e o mundo cristão” compilou ideias valiosas para esta quadra da celebração do Advento de Jesus – o Natal – sobretudo a estima que o poeta romano … Continuar lendo A poesia do Natal

Adeus, ano velho…

Como Miguel Torga, o bravo poeta e narrador português, estou quase fechando 2019... "Momentos antes de fechar o cartório/De poeta…" (como dizia Miguel Torga) Certo de que este é um cartório muito especial"— Um registo civil ultra real". Preparamos a navegação para um novo ano, em que um novo ciclo se abre... como esta janela … Continuar lendo Adeus, ano velho…

Troféu Tiokô 2019

Feliz e agradecido pela escolha do meu nome para Troféu Tiokô 2019.Clique na imagem para ler a matéria completa e a lista dos premiados.

Cinzento e impalpável

Clique para ler meu artigo quinzenal na Recorte Lírico. Inspirações para um texto difícil de ser gestado (Gabriela Mistral e James Joyce)

Anápolis: trastes da memória (1)

A cidade e eu. Eu e a cidade – repito este mantra como um iogue em busca de relaxamento e liberação. Só mesmo assim para compor um texto que lança raízes nas camadas profundas do meu ser. Lembrar com precisão da cidade em que fui criado parece tarefa impossível, divagar é, pois, necessário para que o … Continuar lendo Anápolis: trastes da memória (1)

Palestra sobre viagem & literatura

A viagem é tema antigo e recorrente, mas sempre atual. De Homero a V.S. Naipaul, passando por Camões e anônimos da Idade Média, a viagem inspira relatos, poemas, sagas. Nesta palestra, sigo os rastros de James Joyce em Trieste (Itália).