A grande recusa – Jornal Opção

Os 154 poemas canônicos de Kaváfis valem por uns outros mil de outros poetas menores . O poeta grego (1863-1933) é considerado o T.S. Eliot da Grécia e escrevia também em Inglês. Para ler o artigo na íntegra, clique aqui neste link.

Lucchesi, Drummond e adeus! ano velho…

A tendência do cronista, já disse, é fazer o que todos fazem, mas as listas abundam em redor, melhor fazer um levantamento poético-afetivo do ano que finda. E para isso, as musas me concederam lembrar de dois poetas - Lucchesi, tradutor e escritor e do poeta Carlos Drummond de Andrade, que em sua receita de … Continuar lendo Lucchesi, Drummond e adeus! ano velho…

Giacomo Leopardi (1), a poesia consoladora…

Feliz por completar doze semanas da coluna DESTARTE em Opção Cultural (Goiânia). Fique à vontade para enviar suas sugestões de pauta para meu email: betoq55@gmail.com Abraços do Beto. (*)Clique na figura abaixo para ler a minha crônica literária.

Merquior e Matthew Arnold

Em 1972, eu me preparava para o vestibular de Física (ou de Agronomia) enquanto José Guilherme Merquior, servindo como conselheiro da Embaixada Brasileira na Alemanha, aproveitava todo o tempo livre que tinha para escrever. Foi nessa época em que ele escreveu um ensaio em 12 pontos intitulado "Para o Sesquicentenário de Matthew Arnold". Em 1972, … Continuar lendo Merquior e Matthew Arnold

Kazuo Ishiguro (I)

Para ler a coluna DESTARTE de hoje, 02 NOV 2017, peço ao distinto leitor que clique na imagem abaixo que o levará ao link do Jornal Opção Cultural (Goiânia). Dedico-me a entender as conexões do romance "O gigante enterrado" (Kazuo Ishiguro, 2015) - Nobel de 2017; e as relações entre esquecimento e a paz (entre … Continuar lendo Kazuo Ishiguro (I)

Destarte, #3 – O futuro da Poesia

LEIA minha coluna desta sexta-feira, excepcionalmente não publicada na quinta-feira —, em virtude do evento de lançamento do meu "Frágil armação"(2a. edição), editado por Livraria e Editora Caminhos. Clique no link para ler na íntegra.

Notas esparsas

Um artigo, quando bem lido - o que pressupõe, às vezes, ser relido, pode dar ao leitor muitos insights, propor novas visões e ampliar-lhe os horizontes para novas leituras e o conhecimento de novos autores. Se o ensaio pressupõe uma tentativa, um misto linguístico de poesia e raciocínio, de liberdade temática, em Fabrício Tavares Moraes … Continuar lendo Notas esparsas

“A flor de Coleridge”, de Borges e JLG

BORGES

“Aqueles que copiam minunciosamente um escritor fazem-no de modo impessoal, fazem-no por confundir esse escritor com a literatura, fazem-no por supor que se afastar dele em um ponto é afastar-se da razão e a ortodoxia. Durante muitos anos, eu acreditei que a quase infinita literatura estava em um homem. Esse homem foi Carlyle, foi Johannes Becher, foi Whitman, foi Rafael Cansinos-Asséns, foi De Quincey” (Jorge Luis Borges, em Outras inquisições).

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Toute la mémoire du monde

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coleridge 5 Histoire(s) du cinéma: Les signes parmi nous

“Em 1938, Paul Valéry escreveu: “a história da literatura não deveria ser a história dos autores e dos acidentes de uma carreira ou da carreira de suas obras e sim a história do Espírito como produtor ou consumidor de literatura. Essa história poderia chegar ao fim sem mencionar um só escritor”. Não era a primeira vez que o Espírito formulava essa observação; em 1844, no povoado de Concord, outro de seus amanuenses havia anotado: “diria-se que uma só pessoa havia redigido quantos livros há no mundo; tal unidade central há neles que é inegável que sejam obra de um só cavaleiro onisciente” (Emerson: Essays, 2, VIII). Vinte anos antes, Shelley julgou que todos os poemas do passado, do presente e do porvir, são episódios ou fragmentos de um só poema infinito, erigido por todos os poetas do universo (A Defence of Poetry, 1821).

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Queres ler o quê? (VIII)

DOSTOIÉVSKI (1) "Existem poucos escritores cuja obra tenha sido tão tenazmente mal compreendida como a de Dostoiévski. Dostoiévski é, se não o maior, decerto o mais poderoso escritor do século XIX; ou do século XX, pois a sua obra constitui o marco entre dois séculos da literatura. Literariamente, tudo o que é pré-dostoievskiano é  pré-histórico; … Continuar lendo Queres ler o quê? (VIII)

Queres ler o quê (VII)

Mais um Poema falado no SoundCloud. Fonte: "Destino palavra", edição do Autor, 2016, p.51/2. Queres ler o quê? Do poeta Jorge de Lima um poema- pergunta me assalta; e me lança a poço tão fundo, de tardia Samaria isolada: - Queres ler o que tão só se entrelê e o resto em ti está? Flor … Continuar lendo Queres ler o quê (VII)