Anápolis: trastes da memória (1)

A cidade e eu. Eu e a cidade – repito este mantra como um iogue em busca de relaxamento e liberação. Só mesmo assim para compor um texto que lança raízes nas camadas profundas do meu ser. Lembrar com precisão da cidade em que fui criado parece tarefa impossível, divagar é, pois, necessário para que o … Continuar lendo Anápolis: trastes da memória (1)

Dia do Meio Ambiente lembra Carmo Bernardes

NESTE 05 JUN 2016 - DIA DEDICADO AO MEIO-AMBIENTE, relembremos Carmo Bernardes. Pois, antes mesmo de o meio-ambiente ser um modismo e até razão para criação de partido político, o Sêo Carmo já era um 'ambientalista'. Na verdade, era o melhor aprendiz das "atividades madeireiras" absorvidas de seu pai. Carmos Bernardes (1915-1996), - na feliz alcunha … Continuar lendo Dia do Meio Ambiente lembra Carmo Bernardes

Último pio do poetinha “Vargas”

DO ARTIGO DO amigo e parceiro do poeta Pio Vargas, hoje presidindo a Ube/Go, meu caro escritor e advogado Edival Lourenço em Colunistas Revista Bula. DESPERTÁCULO *Último poema de PIO VARGAS (1964-1991) Es­tou pron­to pa­ra a guer­ra que en­con­tro quan­do acor­do: bo­tei vi­gia nos sen­ti­dos e ilu­di com com­pri­mi­dos ou­tros se­res a meu bor­do. Aban­do­nei o ví­cio de … Continuar lendo Último pio do poetinha “Vargas”

Jorge de Lima e sua “Ode ao Coxo Veloz” ou: Bernanos, uma vigília inumerável…

"NO MOMENTO EM QUE IA ESCREVER SOBRE TI, BERNANOS, FUI IMPELIDO POR SECRETA FORÇA ÍNTIMA A ESCREVER-TE..." Assim o poeta Jorge de Lima inicia sua ODE AO COXO VELOZ*. Agora que o mundo relembra o Centenário da I Guerra Mundial, jornais lembram o Diário de Bernanos, com o seu estilo inconfundível e sua cólera e … Continuar lendo Jorge de Lima e sua “Ode ao Coxo Veloz” ou: Bernanos, uma vigília inumerável…

Conselhos de S.Tiago (ii) ou: Provações (ii)

NESTA caminhada, vou lendo mais e refletindo sobre os passos dados e sobre o caminho que hei de tomar…Os bastões em que me amparo só a mim dizem respeito. As pessoas que me são companheiras de estradas, estas sim, trazem um duplo respeito: há os que me amam e a quem amo, de volta. Há … Continuar lendo Conselhos de S.Tiago (ii) ou: Provações (ii)

Conselhos de S.Tiago (ii) ou: Provações (ii)

NESTA caminhada, vou lendo mais e refletindo sobre os passos dados e sobre o caminho que hei de tomar…Os bastões em que me amparo só a mim dizem respeito. As pessoas que me são companheiras de estradas, estas sim, trazem um duplo respeito: há os que me amam e a quem amo, de volta. Há … Continuar lendo Conselhos de S.Tiago (ii) ou: Provações (ii)

Conselhos de S.Tiago (i) ou: Provações (i)

Voilà que o tempo passa. Ontem, completei 59 anos. Dia desses, eu era um menino magrelo, aprendendo coisas num abrigo para órfãos, prometendo a si mesmo que sairia dali para conquistar o mundo, mas não sairia como o R. Silva, fugido. Queria, sim, estudar e ser distinguido entre os melhores. Usava com disciplina minhas horas … Continuar lendo Conselhos de S.Tiago (i) ou: Provações (i)

Conselhos de S.Tiago (i) ou: Provações (i)

Voilà que o tempo passa. Ontem, completei 59 anos. Dia desses, eu era um menino magrelo, aprendendo coisas num abrigo para órfãos, prometendo a si mesmo que sairia dali para conquistar o mundo, mas não sairia como o R. Silva, fugido. Queria, sim, estudar e ser distinguido entre os melhores. Usava com disciplina minhas horas … Continuar lendo Conselhos de S.Tiago (i) ou: Provações (i)

O Chicote do Chico ou: Na Quaresma, riso e tristeza

Meus caros amigos: NÃO HÁ HUMORISTA brasileiro que tenha me feito rir mais do que Chico Anysio. Havia o Mazzaropi da minha infância, mas era cinema e raro. Chico frequentou a sala de minha casa durante muitos anos me fazendo sempre rir e descontrair-me. Diria mesmo que nos fez rir e descontrairmo-nos, pois sempre foi … Continuar lendo O Chicote do Chico ou: Na Quaresma, riso e tristeza

A minha 1ª. Remington

UMA FOTO INUSITADA  me anima muito e me provoca a este post. Retirada de um site alemão esta foi o toque bastante para dar um clique em minha memória. É como se voltasse ao curso de datilografia, nos anos 60, usando uma velha Remington, batendo nas teclas, repetitivamente, até à quase perfeição (ainda não havia … Continuar lendo A minha 1ª. Remington