Ao nosso amor…

                              Ao nosso amor_Poema Beto.png             à Helenir Queiroz.

Nada importa menos ao nosso amor
que a ingênua rima em flor – rosa nomeada.
Pouco importa, ainda que um soneto –
pouco importa a forma exata, a rima
ao nosso amor pouco importa.

Nada importa, amor, se lhe dou forma
no leito, em lugar e fora de hora
se cedo ou tarde, não importa,
se madrugada clara ou à nona hora.

Nada importa menos ao nosso amor
o tempo que sem cessar conforma
o outro ao desalento, ao desamor –
ao nosso amor pouco importa.

Ao nosso amor nada importa

menos. Pois, sem cessar, ele se conforma
ao leito como o rio ao que a chuva forma.

Ao nosso amor pouco importa o som
dos outros, a balbúrdia, bailado ou alaúde
pois a todos ele contorna: ao amor, à paz
volta-se; ao aconchego sem alarido; e amiúde
nosso amor pouco se importa
com o que se passa lá fora…

Nada em nosso amor seja triste
pois que à lágrima opor-se-á o vento –
no silêncio de nossas madrugadas estelares.

Só nós dois, amor, resistimos sob a chuva
ao frio e ao calor – entrelaçados, sim;
não importa – nada – amor, nem goteiras

de um telhado antigo e sob a chuva;
um pistilo se anunciando calmo,
um que duas estalactites soam:
plânctons, íons, átomos de um só.

Pouco importa ao nosso amor a morte.
./.


Goiânia, 31/5/17.

 

Ao nosso amor_Poema JUN2017.png

Casamento de cecilia & hugo

Uma cerimônia para não esquecer jamais…

Ao final da tarde de 31 de maio de 2015, ontem, minha filha Cecília recebeu Hugo Rodrigues Lima como seu marido em cerimônia maravilhosa e simples em nossa casa, sob o olhar de  familiares e amigos dos noivos.
Fim-De-TardeCasamentoCeci&Hugo
Emily Dickinson, Love
Trad. Aíla de Oliveira Gomes.
Emily Dickinson, Love, trad. Aíla de Oliveira Gomes.

Foi uma cerimônia simples mas plena de beleza e sofisticada ao gosto do casal Cecília & Hugo. E a natureza embelezou e nos premiou com um fim-de-tarde único.
A cerimônia foi presidida pelo meu compadre Marley Rocha que estava inspirado pelos Santos Anjos, tal a beleza de sua fala e ao rezarmos o Pai-Nosso havia no ar um misto da mais fraterna atmosfera familiar e cristã.
Cenas dessa tarde para guardar na memória para sempre. As fotos foram clicadas pela minha amiga-sobrinha adotiva Patrícia Quinan, a quem deixo meus sinceros agradecimentos.
Ceci&HugoWeddingCasamento CeciHugo_TioMarley
Quando convocados pelo celebrante, os “Anjos das Alianças” – meus netos Lucas & Ben Q. Foust  – entraram com segurança e inspiradosSurprised smile:
Ben & Lucas CasamentoCeciHugoBen & Lucas CasamentoCeciHugo2

A família do noivo aplaude os noivos, ao final da cerimônia…
Vê-se à direita Sr. Benedito e Sra. Edmê Rodrigues Lima, pais do noivo.Cenas do Casamento Ceci&Hugo3

Ao final da cerimônia, foto da família Queiroz com a recém-fundada Queiroz Lima:
Ceci&HugoWedding

Minha saudação aos noivos foi assim:
https://docs.google.com/document/d/1_m39RJ1ha6QxGXKVxUUyj00AJMmI9-fiw1YrjnGiz_A/edit?usp=sharing

SunSunSunSunSunSunSunSunSunSunSunSunSunSunSunSunSunSunSunSunSunSun

Ideologia de Gênero e a destruição da família

Um alerta que o Papa Francisco já havia feito sobre o tema:

Agência ZENIT:

A ideologia de “gênero” prega, em matéria sexual, a “liberdade” e a “igualdade”. A “liberdade”, porém, é entendida como o direito de praticar os atos mais abomináveis. E a “igualdade” é vista como a massificação do ser humano, de modo a nivelar todas as diferenças naturais que existem entre o homem e a mulher.

A origem da ideologia de gênero é marxista. Para Marx, o motor da história é a luta de classes. E a primeira luta ocorre no seio da família. Em seu livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884), Engels escreveu:

Em um velho manuscrito não publicado, escrito por Marx e por mim em 1846, encontro as palavras: ‘A primeira divisão de trabalho é aquela entre homem e mulher para a propagação dos filhos’. E hoje posso acrescentar: A primeira oposição de classe que aparece na história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre homem e mulher unidos em matrimônio monogâmico, e a primeira opressão de classe coincide com a do sexo feminino pelo sexo masculino[1].

Dentro da família, há uma segunda opressão – a dos filhos pelos pais – que Marx e Engels, no Manifesto Comunista (1848), pretendem abolir: “Censurai-nos por querer abolir a exploração das crianças por seus próprios pais? Confessamos esse crime”[2].

Fiel à sua raiz marxista, a ideologia de gênero pretende que, em educação, os pais não tenham nenhum controle sobre os filhos. Nas escolas, as crianças aprenderão que não há uma identidade masculina nem uma feminina, que homem e mulher não são complementares, que não há uma vocação própria para cada um dos sexos e, finalmente, que tudo é permitido em termos de prática sexual.

Note-se que a doutrina marxista não se contenta com melhorias para a classe proletária. Ela considera injusta a simples existência de classes. Após a revolução proletária não haverá mais o “proletário” nem o “burguês”. A felicidade virá em uma sociedade sem classes – o comunismo – onde tudo será de todos.

De modo análogo, a feminista radical Shulamith Firestone (1945-2012), em seu livro A dialética do sexo (1970), não se contenta em acabar com os privilégios dos homens em relação às mulheres, mas com a própria distinção entre os sexos. O fato de haver “homens” e “mulheres” é, por si só, inadmissível.

Como a meta da revolução socialista foi não somente a eliminação do privilégio da classe econômica, mas a eliminação da própria classe econômica, assim a meta da revolução feminista deve ser não apenas a eliminação do privilégio masculino, mas a eliminação da própria distinção de sexo; as diferenças genitais entre seres humanos não importariam mais culturalmente[3].

Se os sexos estão destinados a desaparecer, deverão desaparecer também todas as proibições sexuais, como a do incesto e a da pedofilia. Diz Firestone:

O tabu do incesto é necessário agora apenas para preservar a família; então, se nós acabarmos com a família, na verdade acabaremos com as repressões que moldam a sexualidade em formas específicas[4].

Os tabus do sexo entre adulto/criança e do sexo homossexual desapareceriam, assim como as amizades não sexuais […] Todos os relacionamentos estreitos incluiriam o físico[5].

Por motivos estratégicos, por enquanto os ideólogos de gênero não falam em defender o incesto e a pedofilia, que Firestone defende com tanta crueza. Concentram-se em exaltar o homossexualismo.

Ora, não é preciso uma inteligência extraordinária para perceber que os atos de homossexualismo são antinaturais. Nas diversas espécies, o sexo se caracteriza por três notas: a dualidade, a complementaridade e a fecundidade.
Continue lendo os números citados estão na matéria original de Zenit (*) ou siga para o Blog abaixo:

*** ASSINE A PETIÇÃO CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO:

 http://www.citizengo.org/pt-pt/5312-ideologia-genero-na-educacao-nao-obrigado

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.

Presidente do Pró-Vida de Anápolis.

Ideologia de Gênero e a destruição da família.

Road Trip

Viajando de volta para Navarre, vindo de Jacksonville (Florida, US), encontramos uma maneira de enfrentar o cansaço da viagem, jogando este jogo de perguntas: veja o link para entender:

É que a nossa família estava voltando de uma viagem a Jacksonville, onde nossa filha Maíra foi ao escritório federal norte-americano, para confirmar sua cidadania americana.

Com dois garotinhos no carro (2,5 e 6 anos) a gente tinha que se divertir um pouco, até porque o motorista (este locutor que vos fala) também podia cair no sono. Foram 4h30 de viagem (em cada parte) e a gente com uma estrada tao boa, às vezes (muitas) tem sono no volante, principalmente, quando usamos o piloto-automático.

Lembrei-me de algumas músicas ao longo da estrada, tal como essa do Red Hot Chili Peppers.

” Road trippin’ with my two favorite allies
Fully loaded we got snacks and supplies
It’s time to leave this town
It’s time to steal away
Let’s go get lost
Anywhere in the U.S.A…
(…)” 
Encontramos “Just a mirror for the sun” na estrada…

Nossa fam’ilia sempre acha isso, com todas as dificuldades (e alegrias) que isso possa envolver.
J’a viajamos muito juntos (eu, minha mulher e minhas filhas) e nao ‘e nem pouco dificil lembrar as boas, divertidas e complicadas situacoes em nossas viagens.

Essa foi de muita alegria, porque minha filha estava completando um processo lindo em sua vida nos EUA, onde nao vive no “ghetto “, e sim se integrou à sociedade americana, fazendo amigos na comunidade na militar e cristã em que vive o casal, ela que é esposa de um bom homem nascido na Pensilvannia, servindo à USAF, com dois lindos filhos brazilian-american boys (Lucas & Benjamin, meus queridos netos); enfim, uma garota integrada ao “american way of life“… Conclui que ela seguiu nosso conselho de, uma vez que morava no exterior, não deveria viver no ghetto e sim procurar a integração.

Lembrei-me de outras belas viagens juntos e nao posso resumir todas em um post, ate porque este ‘e de pura emocao: acordar em Jacksonville, foi lindo pra mim, no dia seguinte `a entrevista de minha filha no servico de cidadania e imigracao…dos EUA.
O dia seguinte, antes de voltar pra Navarre, FL, onde estou agora escrevendo essas notas de boas lembrancas, foi assim como relatam minhas fotos postadas no FB: http://bit.ly/1byKYHn

Aqui estou em Navarre com minha família, feliz por ser pai e avo e sogro de pessoa tao bacanas.

Boa Noite, Navarre.

http://bit.ly/1ckK2Jw

Amitiés,

BetoQ.

 

Good catch, thanks Google+

Google + é o ambiente que tenho usado + e + nesses dias de férias. É d’onde vem esta magnífica foto, que gostaria de compartilhar isso com todas as jovens mamães, incluindo minha filha Maíra, que tem cuidado do baby Benjamin como nenhuma outra pode fazer.

Exemplo para jovens mamães

 

Se pudesse e se gostasse do jogo, ela com certeza poderia fazer isso porque é super-Mom. Lobbyuu, Maí!

(1) Google+. (c) Rob Gordon

Preparando-me para a ‘virada’

Champagne by Beto

REVEILLON, festa pagã, mas tão boa!
Não posso deixar de pensar em fazer um balde como esse que fiz em casa para receber amigos.
Aqui na casa de minha filha Maíra é um tantinho diferente: o balde é menor, os horários são outros, as pessoas também são outras (e muito boa gente) e o carinho e a proximidade dos meus netos e minha filha ‘não tem preço!’ – enfim, para unificar (US-BR) decidimos, pois, celebrar o Reveillon às 8h00p.m. local time – que será meia-noite no Brasil.
IMG_1930Ben e Lucas - Abr2011  (olha só quem vem para o Reveillon 2011/12).
E, assim, poderemos cumprimentar todo mundo via Skype ou cel phone. Depois, lhes mostro como ficou e como foi a festa.

“Beber bem, comer bem, estar em boa companhia…” – já é uma boa f’órmula de viver consagrada pelos Amaral Queiroz Foust. As garrafas geladíssimas do balde acima e as pessoas que o aproveitaram seguem nas fotos abaixo (em momentos diferentes do ano 2011):

DSC01604

E pra mim, sobre o convidado em minha casa tenho eu (nós, minha mulher e eu) a responsabilidade pela felicidade dele(s) pelo tempo que passarem conosco. A gente se esmera pra isso, principalmente minha querida Helenir.
DSC01427

I promise you!
(Roger Scruton diz em “Beauty” que este é um dos prazeres que a Beleza nos propicia: “The aesthetics of everyday life” – organizar uma bela mesa para seus convivas, esticar sua própria cama, manter o mundo ordenado para você e para os que você ama. Concordo. Ah. E os jardins… outra alegria deste capítulo 4 de “Beauty” – Everyday Beauty.
Take a look of our garden
  DSC01261DSC00872
DSC00550IMG_8821

E, ao fechar este post, deixo um especial Obrigado a todos os amigos (e sócios) que conviveram conosco em 2011.
A casa continua de portas abertas pra vocês em 2012, caríssimos.

Governador Marconi Perillo, Ben Self, Helenir Queiroz e time do Evento MKT Político DSC01595-1   DSC01253   DSC00537 DSC01255DSC01254 DSC01433  DSC00533DSC00532DSC00547DSC00531 DSC00548
     
Irani, Carlos e Fernanda DSC00538 

+++++
Fonte: Vida minha, v.2011.
SCRUTON, R. “Beauty: very short introduction”, Oxford Press, 2011, p. 67 e ss.

Preparando-me para a ‘virada’

Champagne by Beto

REVEILLON, festa pagã, mas tão boa!
Não posso deixar de pensar em fazer um balde como esse que fiz em casa para receber amigos.
Aqui na casa de minha filha Maíra é um tantinho diferente: o balde é menor, os horários são outros, as pessoas também são outras (e muito boa gente) e o carinho e a proximidade dos meus netos e minha filha ‘não tem preço!’ – enfim, para unificar (US-BR) decidimos, pois, celebrar o Reveillon às 8h00p.m. local time – que será meia-noite no Brasil.
IMG_1930Ben e Lucas - Abr2011  (olha só quem vem para o Reveillon 2011/12).
E, assim, poderemos cumprimentar todo mundo via Skype ou cel phone. Depois, lhes mostro como ficou e como foi a festa.

“Beber bem, comer bem, estar em boa companhia…” – já é uma boa f’órmula de viver consagrada pelos Amaral Queiroz Foust. As garrafas geladíssimas do balde acima e as pessoas que o aproveitaram seguem nas fotos abaixo (em momentos diferentes do ano 2011):

DSC01604

E pra mim, sobre o convidado em minha casa tenho eu (nós, minha mulher e eu) a responsabilidade pela felicidade dele(s) pelo tempo que passarem conosco. A gente se esmera pra isso, principalmente minha querida Helenir.
DSC01427

I promise you!
(Roger Scruton diz em “Beauty” que este é um dos prazeres que a Beleza nos propicia: “The aesthetics of everyday life” – organizar uma bela mesa para seus convivas, esticar sua própria cama, manter o mundo ordenado para você e para os que você ama. Concordo. Ah. E os jardins… outra alegria deste capítulo 4 de “Beauty” – Everyday Beauty.
Take a look of our garden
  DSC01261DSC00872
DSC00550IMG_8821

E, ao fechar este post, deixo um especial Obrigado a todos os amigos (e sócios) que conviveram conosco em 2011.
A casa continua de portas abertas pra vocês em 2012, caríssimos.

Governador Marconi Perillo, Ben Self, Helenir Queiroz e time do Evento MKT Político DSC01595-1   DSC01253   DSC00537 DSC01255DSC01254 DSC01433  DSC00533DSC00532DSC00547DSC00531 DSC00548
     
Irani, Carlos e Fernanda DSC00538 

+++++
Fonte: Vida minha, v.2011.
SCRUTON, R. “Beauty: very short introduction”, Oxford Press, 2011, p. 67 e ss.