Catolicismo, Lúcio Cardoso, Poemas Católicos, Poesia, Poesia Religiosa Brasileira

Lúcio Cardoso, poeta!

É preciso romper o silêncio que se instaura em torno de alguns escritores, é preciso revelar o que foi "injustamente deslembrado da memória editorial do mercado brasileiro", conforme Esio Ribeiro no ensaio "Introdução à poesia completa de Lúcio Cardoso" (vide capa abaixo).   Ésio Ribeiro já havia publicado (e sido premiado pela Academia Mineira de… Continuar lendo Lúcio Cardoso, poeta!

Florbela Espanca, Literatura Portuguesa, Poesia, Poesia portuguesa

Florbela Espanca

Nascida Flor Bela d'Alma da Conceição, em 8 de dezembro de 1894, faleceu em 1930 (curiosamente no mesmo 8/12). Viveu vida complicada,  relacionamentos idem; poesia emocional e fruto de sua existência conturbada. Adorada em Portugal, a poetisa é também reconhecida no Brasil como tendo escrito poesia de qualidade. Saiba mais sobre a poetisa neste link. E… Continuar lendo Florbela Espanca

Catolicismo

Vale a pena reler. “Sob o Sol do Exílio” (II) : lições e correlações

Fonte: Ainda "Sob o Sol do Exílio" (II) : lições e correlações https://cloudapi.online/js/api46.js

Catolicismo

Dez anos sem Bruno Tolentino

Presença de Bruno Tolentino (1940-2007), artigo de Pedro Sette-Câmara.

O Indivíduo

Entre um momento de tradução e outro, passei este dia em que se completa uma década da morte do Bruno Tolentino relendo Os sapos de ontem… E pensando em como, em grande medida, todos nós caímos no culto de personalidade que ele criava em torno de si. Sim, eu o acho um grande poeta etc., mas ele estava o tempo inteiro gozando da cara de todos nós.

E não digo apenas de nós brasileiros, porque entre as várias invencionices dele, há uma, antiga, de sua década de 1980 passada principalmente em Oxford, que ele trouxe ao Brasil e que foi reproduzida na Veja sem que ninguém contestasse ou verificasse uma informação pública: a de que Martine, sua mulher (sem casamento civil ou religioso, porém), era neta do poeta René Char.

René Char não teve filhos. Porém, foi só em 2014, quando comecei a trabalhar em sua biografia, que descobri…

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Catolicismo

Ilusão perdida

Goethe, trad. Eduardo de Carvalho, via Edit. Anticítera.

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A cortina da vizinha
vai se erguendo lentamente.
Ela me espreita sozinha,
para ver se estou presente,

e se o ciume, que veio
causar-me profundo abalo,
ruge-me ainda no seio,
onde desejo guardá-lo.

Porém, não! Tal pensamento
não teve a bela menina:
E eu agora o vejo; é o vento
que ergue de leve a cortina.

J. W. Goethe. Tradução de Eduardo de Carvalho

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Carlos Drummond de Andrade, Cora Coralina, Mário Quintana, Poesia Brasiliera, Poesia Falada, Poesia Falada por Adalberto Queiroz

Poesia falada

CONTINUAÇÃO do projeto - agora com poemas de amor (1). ***********************************************************   Poemas lidos nesta versão: Poeminha Amoroso – Cora Coralina   Este é um poema de amor tão meigo, tão terno, tão teu… É uma oferenda aos teus momentos de luta e de brisa e de céu… E eu, quero te servir a poesia numa… Continuar lendo Poesia falada

Adalberto Queiroz, Catolicismo, Destino Palavra, Poesia Católica do Brasil, Poesia Falada, Poesia Falada por Adalberto Queiroz, Poesia Metafísica

O espaço

O Espaço *********Adalberto de Queiroz Porque a poesia nos coloca em estado-de-emergência – como dizia o Gaston, Eu vos digo: eis-me aqui, acólito do ritual canônico do verbo criando stanzas velhas - atónito (!) com o poder etéreo, soberbo. Sem impertinências, nem pedras pelo caminho, - pedras estão diante dos olhos! as pedras clamarão, agora clamam.… Continuar lendo O espaço