Fundamentos da liberdade (2) – Jornal Opção

Este é o artigo de hoje na coluna Destarte, no Jornal Opção (Goiânia, GO).

Senti-me um tantinho envergonhado quando me dei conta de que o título dessa série é o mesmo da obra em português de um gigante do pensamento, o economista e filósofo austríaco Sr. Friedrich August Hayek.
Deslize de um cronista de província que não teve o cuidado de examinar todas as fontes antes de nomear seus próprios textos, mas que não se arrepende do que fez e o mantém nesta segunda crônica, isto sim por ter descortinado possibilidades outras de evoluir com esta série sobre o Conservadorismo. Confira no link:
 Fundamentos da liberdade (2) – Jornal Opção

 

Bergson Express

Henri BERGSON.
Uma série especial do INA.fr.
5 emissões da InaFrançaSobreBergson

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Jacques Émile Blance, estudo – Perfil de BERGSON.

Henri Bergson, pensador e escritor maior das letras francesas, marcará a muitos em França (Jacques Maritain, Étienne Gilson, Jean Guitton), mas também na pátria lusa terá influência sobre figuras tão eminentes como o Cardeal Cerejeira.

Na obra “A Filosofia de Bergson”, escreve Leonardo Coimbra: «A metafísica bergsonista, a sua metafísica integral, é hoje a metafísica de uma realidade criação de almas, trazendo consigo como exigência implícita a matéria e a vida, que acompanhando essas almas, lhe fizeram condições de mérito no esforço, de crescimento na invenção, de heroísmo no amor, capazes para darem às almas o alimento espiritual de uma nova vida, a vida religiosa, com exigências e promessas de infinito e eternidade».

Henri Louis Bergson é o segundo de sete irmãos. Nasce no dia 18 de outubro de 1859, em Paris, no seio de uma família judaica, sendo que seu pai, Michael Bergson, é polaco, professor no Conservatório, e a mãe Katherine Levison, inglesa.

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Bergson é educado nas exigências e práticas do judaísmo. Os primeiros anos são vividos em Londres, mas em 1868 volta a França para frequentar o Liceu Concorcet, onde foi aluno brilhante, distinguindo-se em latim e grego.

Terminados os estudos de Retórica, inicia-se no aprofundamento da Filosofia. Embora dotado para as ciências exatas, como ilustra o prémio recebido em 1877 pela solução de um problema levantado por Pascal e cuja solução seria publicada em 1888 no “Annales Matematiques”, o jovem Bergson vai estudar Filosofia na Escola Normal Superior. Durante estes anos tem como colegas Durkheim, o futuro Cardeal Baudrillard e Jaurés.
LEIA MAIS sobre a vida de H. BERGSON…Fonte no link.
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Fontes: links web citados. E mais – este registro de ina.fr: “En 1966, pour le 25e anniversaire de la mort du philosophe Henri BERGSON, Henri GOUHIER et Pierre TROTIGNON, philosophes, lui rendent hommage dans une série de 5 émissions radiophoniques.
La philosophie de BERGSON reposait sur l’intuition des données de la conscience, dégagées de l’idée d’espace et de la notion scientifique du temps. Ce qu’il a expliqué dans ses ouvrages : “Essai sur les données immédiates de la conscience”, “Matière et mémoire”, “L’évolution créatrice” et “Les deux sources de la morale et de la religion”. Henri GOUHIER, philosophe et témoin de la vie de BERGSON et Pierre TROTIGNON, qui prépare une thèse sur la philosophie de la vie de BERGSON, évoquent leurs souvenirs et vision du grand philosophe.” (c) ina.fr e autores citados.

Por que o Olavo tem razão?

O que estou fazendo aqui?


I. De todos os bens humanos, a inteligência –e inteligência não quer dizer senão consciência –se distingue dos demais por um traço distintivo peculiar: quanto mais a perdemos, menos damos pela sua falta.
Aí as mais óbvias conexões de causa e efeito se tornam um mistério inacessível, um segredo esotérico impensável. A conduta desencontrada e absurda torna-se, então, a norma geral.
(…)

II. O que neste país se chama de “debate político” é de uma miséria intelectual indescritível, que por si só já fornece a explicação suficiente do fracasso nacional em todos os domínios – economia, segurança pública, justiça, educação, saúde, relações internacionais etc.
Digo isso porque a intelectualidade falante demarca a envergadura e a altitude máximas da consciência de um povo. Sua incapacidade e sua baixeza, que venho documentando desde os tempos do Imbecil Coletivo (1996), mas que depois dessa época vieram saltando do alarmante ao calamitoso e daí ao catastrófico e ao infernal, refletem-se na degradação mental e moral da população inteira.
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Uma enquete especial

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Motivação, segundo Ortega Y Gasset

Ortega Y Gasset, Um espectador privilegiado e talentoso.
O que é um Homem Culto, qual o papel da Cultura?
“Pienso que no debiera llamarse culto sino al hombre que ha tomado posesión de todo sí mismo. Cultura es fidelidad consigo mismo, una actitud de religioso respeto hacia nuestra propia y personal vida. Decía Goethe que no podía estimar a un hombre que no llevase un diario de sus jornadas. El detalle del diario puede abandonarse; pero reservemos la aguda verdad diamantina que envulve esa frase. Un ser que desprecia su propia realidad no puede ‘verdaderamente’ estimar nada ni haber en él nada verdad. Su ideas, sus actos, sus palabras tendrán sólo una calidad ilusoria: no serán nunca lo que aparentan ser. No por su contenido son reales mi fe o mi duda, sino como trozos de mi vida personal. Un hombre que no cree en sí mismo no puede creer en Dios.
“La norma de llevar un diario que Goethe nos propone es muy significativa. Equivale a la indicación de que no dejemos trasvolar nuestro ayer sin subrayarlo, y a que el mañana, saliéndonos al encuentro, nos halle prevenidos, bien dispuestos los odres para recibir lo que nos traiga. Dando de este modo frecuente reviviscencia a todo lo que fuimos y lo que aspiramos a ser, vivimos en actual y plenaria posesíon de nuestra vida y la hacemos gravitar íntegra sobre cada hora transeúnte.
“Yo creo que todo hombre superior ha tenido esta faculdad de asistir a su propia existencia, de vivir un poco inclinado sobre su propia vida, en actitud a la vez de espectador exigente y de investigador alerta, pronto a corregir una desviación o desperfecto, presto al aplauso y al silbido. Y esto debe ser la vida de cada cual: a la vez un armonioso espectáculo y un valiente experimento.
(1916)

Noite Cultural reúne Schmidt e Ortega Y Gasset

PORQUE A BELEZA FOI FEITA PRA SER ROUBADA….50 Anos da Ausência/Presença escondida de Augusto Frederico Schmidt.

Convite Noite Cultural na Acieg Participe!