Crônica “Sem dó maior…” – a música na infância

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Crônica

Destacado

Hoje, no Jornal O Popular, de Goiânia (GO), pág. 16, Caderno Magazine.

O POPULAR, 10/09/2021

Das pragas do Egito ao Apocalipse

Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, da
Bíblia Ottheinrich. (c) Imagem do Wikimedia Commons.

Guerras, conflitos, terremotos, maremotos e tsunamis, sequestros, assaltos, violência entre Nações e entre pessoas, epidemias, doenças estranhas (e raras), mortes, mortes em profusão. Será o fim dos tempos?
– Será o apocalipse agora?

O apóstolo São João previu esses eventos, no livro que encerra os canônicos do Novo Testamento. Essa narrativa cifrada e assustadora para alguns, é o Apocalipse, a visão dos “últimos tempos”.

Muito antes, os profetas hebreus haviam tecido muitos comentários sobre esses fatos que a Igreja designa “novíssimos” – isto é, tudo o que diz respeito às coisas finais, individual ou coletivamente e que está ligado à escatologia.

Isaías talvez seja o mais eloquente nesse campo, ao descrever o Juízo Universal como uma cena de terra devastada. Continue lendo.

Artigo em Recorte Lírico

Leia meu artigo quinzenal na revista Recorte Lírico.

A grande recusa – Jornal Opção


Os 154 poemas canônicos de Kaváfis valem por uns outros mil de outros poetas menores .
O poeta grego (1863-1933) é considerado o T.S. Eliot da Grécia e escrevia também em Inglês. Para ler o artigo na íntegra, clique aqui neste link.

Henry James como confidente…

O escritor americano, naturalizado britânico, HENRY JAMES (1843-1916) é o tema da minha crônica em DESTARTE, no Opção Cultural Online.

Clique no link para ler.

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Crônicas da América (final)

Amor, lar, viagem e Beleza. A síndrome de Stendhal e a cura pelo Afeto e a proximidade feminina. Clique na figura para ler.

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Crônicas da América (3)

A cidade dos Anjos (Los Angeles) e uma canção francesa dos anos 70 (“So far away from L.A.”) dão o mote para esta terceira crônica da série Crônicas da América. Confira, lendo o artigo completo: clique no link abaixo.

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A gênese de um livro (2017)

VIII – Farsante (I)

“Assim é que eu deveria ter escrito, dizia consigo.
Meus últimos livros são demasiado secos,
teria sido preciso passar várias camadas de tinta,
tornar a minha frase preciosa em si mesma,
como este panozinho de muro” –  
Marcel Proust.

Tempo não há de refazê-lo
a este livro duro e insone
a este pão, insosso, ei-lo!

Ainda pão, sem forma ou forma
própria, alimenta ao que tem fome
de poesia ou beleza, que importa!

Além da forma pronta de um nome,
deseja o moto próprio, chave da porta
à saída do inferno onde se encontra.

Também o bardo a chave busca
sozinho à deriva; afogado em ar.

E na enésima camada de tinta fresca
sofre com a secura do que dissera –
coxo solto em perdido paraíso
cego vagando o Éden imaginado

Seus brancos ossos, a Fera fixa:
– tempo não há de dizê-lo, Hélas!

Mas insiste, desafinado farsante –
pé-quebrado do verso, as falhas
o ferem de morte no instante.

./.

 

Leia : “Leveza & Esperança” em livro

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