Fundamentos da liberdade (2) – Jornal Opção

Este é o artigo de hoje na coluna Destarte, no Jornal Opção (Goiânia, GO).

Senti-me um tantinho envergonhado quando me dei conta de que o título dessa série é o mesmo da obra em português de um gigante do pensamento, o economista e filósofo austríaco Sr. Friedrich August Hayek.
Deslize de um cronista de província que não teve o cuidado de examinar todas as fontes antes de nomear seus próprios textos, mas que não se arrepende do que fez e o mantém nesta segunda crônica, isto sim por ter descortinado possibilidades outras de evoluir com esta série sobre o Conservadorismo. Confira no link:
 Fundamentos da liberdade (2) – Jornal Opção

 

Por que o Olavo tem razão?

O que estou fazendo aqui?


I. De todos os bens humanos, a inteligência –e inteligência não quer dizer senão consciência –se distingue dos demais por um traço distintivo peculiar: quanto mais a perdemos, menos damos pela sua falta.
Aí as mais óbvias conexões de causa e efeito se tornam um mistério inacessível, um segredo esotérico impensável. A conduta desencontrada e absurda torna-se, então, a norma geral.
(…)

II. O que neste país se chama de “debate político” é de uma miséria intelectual indescritível, que por si só já fornece a explicação suficiente do fracasso nacional em todos os domínios – economia, segurança pública, justiça, educação, saúde, relações internacionais etc.
Digo isso porque a intelectualidade falante demarca a envergadura e a altitude máximas da consciência de um povo. Sua incapacidade e sua baixeza, que venho documentando desde os tempos do Imbecil Coletivo (1996), mas que depois dessa época vieram saltando do alarmante ao calamitoso e daí ao catastrófico e ao infernal, refletem-se na degradação mental e moral da população inteira.
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Leve no trato; firme na ação…

AOS LEITORES.

A vocês, seis fiéis que vêm sempre em busca do pão cotidiano da poesia, lamento ter que lhes absorver o tempo como esponja em água suja para falar do tempo dividido que vivemos.

Como sabem, o Brasil vive à beira da ruptura institucional. Apodrecidas práticas políticas e ações nas sombras levaram ao limite a boa vontade de toda a gente, à espera de uma solução pacífica, negociada, razoável e “republicana” – eu que sou monarquista não confio no termo, mas vá lá – é o que se tem.

Impossível de vir e, mesmo diante da mais evidente manifestação de desapreço ao governo de Dilma Rousseff e das mazelas da política praticadas por muitos, mas principal e sistematicamente pelo partido da presidente e do ex-presidente Luis Inácio da Silva, o Lula,  pessoas deram demonstração inequívoca de querem mudanças já!

Ao contrário de uma resposta positiva, os donos do Poder achincalham toda a gente com a ação sombria e a prática típica de gângsters. A linguagem deturpada expõe a alma em desordem. Já o filósofo Eric Voegelin dizia sobre o tema Ordem na gestão pública como consequência da ordem interna – e vice-versa. Sobre isso, falei há algum tempo e ilustrei (ver link abaixo).

Eric Voegelin e a Ordem na História.

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Creio, firmemente, que a Ordem é resultado da Paz interior e entre os cidadãos. E, por decorrência, vejo o Brasil em completa desordem mental e espiritual – do que o caos e a “aporia” (R.Romano) – o beco-sem-saída da política é consequência e não causa.

A ordem nos ambientes públicos – como na Escola, na Igreja, no Estádio, nos meios de transporte etc. – é consequência da Ordem no interior das pessoas; sendo requisito para a boa e harmoniosa convivência e a PAZ.

 

Em conclusão, cito um texto do ministro-decano da mais alta corte brasileira, reagindo aos achaques do sr. Luiz Inácio Lula da Silva, o desordeiro maior que chamou o STF de uma corte acovardada.

Leia abaixo a íntegra do pronunciamento de Celso de Mello – a fonte é o site G1 globo.com:

Os meios de comunicação revelaram, ontem, que conhecida figura política de nosso País, em diálogo telefônico com terceira pessoa, ofendeu, gravemente, a dignidade institucional do Poder Judiciário, imputando a este Tribunal a grosseira e injusta qualificação de ser “uma Suprema Corte totalmente acovardada”!

Esse insulto ao Poder Judiciário, além de absolutamente inaceitável e passível da mais veemente repulsa por parte desta Corte Suprema, traduz, no presente contexto da profunda crise moral que envolve os altos escalões da República, reação torpe e indigna, típica de mentes autocráticas e arrogantes que não conseguem esconder, até mesmo em razão do primarismo de seu gesto leviano e irresponsável, o temor pela prevalência do império da lei e o receio pela atuação firme, justa, impessoal e isenta de Juízes livres e independentes, que tanto honram a Magistratura brasileira e que não hesitarão, observados os grandes princípios consagrados pelo regime democrático e respeitada a garantia constitucional do devido processo legal, em fazer recair sobre aqueles considerados culpados, em regular processo judicial, todo o peso e toda a autoridade das leis criminais de nosso País!

A República, Senhor Presidente, além de não admitir privilégios, repudia a outorga de favores especiais e rejeita a concessão de tratamentos diferenciados aos detentores do poder ou a quem quer que seja.

Por isso, Senhor Presidente, cumpre não desconhecer que o dogma da isonomia, que constitui uma das mais expressivas virtudes republicanas, a todos iguala, governantes e governados, sem qualquer distinção, indicando que ninguém, absolutamente ninguém, está acima da autoridade das leis e da Constituição de nosso País, a significar que condutas criminosas perpetradas à sombra do Poder jamais serão toleradas, e os agentes que as houverem praticado, posicionados, ou não, nas culminâncias da hierarquia governamental, serão punidos por seu Juiz natural na exata medida e na justa extensão de sua responsabilidade criminal!

Esse, Senhor Presidente e Senhores Ministros, o registro que desejava fazer.”

Ideologia de Gênero e a destruição da família

Um alerta que o Papa Francisco já havia feito sobre o tema:

Agência ZENIT:

A ideologia de “gênero” prega, em matéria sexual, a “liberdade” e a “igualdade”. A “liberdade”, porém, é entendida como o direito de praticar os atos mais abomináveis. E a “igualdade” é vista como a massificação do ser humano, de modo a nivelar todas as diferenças naturais que existem entre o homem e a mulher.

A origem da ideologia de gênero é marxista. Para Marx, o motor da história é a luta de classes. E a primeira luta ocorre no seio da família. Em seu livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884), Engels escreveu:

Em um velho manuscrito não publicado, escrito por Marx e por mim em 1846, encontro as palavras: ‘A primeira divisão de trabalho é aquela entre homem e mulher para a propagação dos filhos’. E hoje posso acrescentar: A primeira oposição de classe que aparece na história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre homem e mulher unidos em matrimônio monogâmico, e a primeira opressão de classe coincide com a do sexo feminino pelo sexo masculino[1].

Dentro da família, há uma segunda opressão – a dos filhos pelos pais – que Marx e Engels, no Manifesto Comunista (1848), pretendem abolir: “Censurai-nos por querer abolir a exploração das crianças por seus próprios pais? Confessamos esse crime”[2].

Fiel à sua raiz marxista, a ideologia de gênero pretende que, em educação, os pais não tenham nenhum controle sobre os filhos. Nas escolas, as crianças aprenderão que não há uma identidade masculina nem uma feminina, que homem e mulher não são complementares, que não há uma vocação própria para cada um dos sexos e, finalmente, que tudo é permitido em termos de prática sexual.

Note-se que a doutrina marxista não se contenta com melhorias para a classe proletária. Ela considera injusta a simples existência de classes. Após a revolução proletária não haverá mais o “proletário” nem o “burguês”. A felicidade virá em uma sociedade sem classes – o comunismo – onde tudo será de todos.

De modo análogo, a feminista radical Shulamith Firestone (1945-2012), em seu livro A dialética do sexo (1970), não se contenta em acabar com os privilégios dos homens em relação às mulheres, mas com a própria distinção entre os sexos. O fato de haver “homens” e “mulheres” é, por si só, inadmissível.

Como a meta da revolução socialista foi não somente a eliminação do privilégio da classe econômica, mas a eliminação da própria classe econômica, assim a meta da revolução feminista deve ser não apenas a eliminação do privilégio masculino, mas a eliminação da própria distinção de sexo; as diferenças genitais entre seres humanos não importariam mais culturalmente[3].

Se os sexos estão destinados a desaparecer, deverão desaparecer também todas as proibições sexuais, como a do incesto e a da pedofilia. Diz Firestone:

O tabu do incesto é necessário agora apenas para preservar a família; então, se nós acabarmos com a família, na verdade acabaremos com as repressões que moldam a sexualidade em formas específicas[4].

Os tabus do sexo entre adulto/criança e do sexo homossexual desapareceriam, assim como as amizades não sexuais […] Todos os relacionamentos estreitos incluiriam o físico[5].

Por motivos estratégicos, por enquanto os ideólogos de gênero não falam em defender o incesto e a pedofilia, que Firestone defende com tanta crueza. Concentram-se em exaltar o homossexualismo.

Ora, não é preciso uma inteligência extraordinária para perceber que os atos de homossexualismo são antinaturais. Nas diversas espécies, o sexo se caracteriza por três notas: a dualidade, a complementaridade e a fecundidade.
Continue lendo os números citados estão na matéria original de Zenit (*) ou siga para o Blog abaixo:

*** ASSINE A PETIÇÃO CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO:

 http://www.citizengo.org/pt-pt/5312-ideologia-genero-na-educacao-nao-obrigado

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.

Presidente do Pró-Vida de Anápolis.

Ideologia de Gênero e a destruição da família.

Venezuela: a Ditadura Bolivariana contra o Povo, em The Devil’s Excrement

Rezemos pelos irmãos latino-americanos, mas sobretudo pelo Venezuelanos. As “veias abertas” da Pobre América agora em mãos de ditadores escondidos atrás de partidos “socializantes”, são na verdade o excremento prático do “Fórum de São Paulo” e não há uma voz senão a do professor Olavo de Carvalho, a denunciar a “degradação republicana” que estão operando no nosso continente.

In Venezuela Opposition Leader Leopoldo Lopez Turns Himself In | The Devil’s Excrement.

Dom Bertrand de Orleans e Bragança ao Papa Francisco

O Príncipe da Casa Imperial do Brasil, Dom Bertrand, ativo participante da vida pública do Brasil, dirige-se ao Papa Francisco, “para lhe externar uma grave preocupação concernente à causa católica no Brasil e na América do Sul em geral.”

Lei a íntegra da Carta

“Quo vadis, Domine?”

Reverente e filial Mensagem  a Sua Santidade o Papa Francisco
do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança.

“Movimentos que combatem obstinadamente a propriedade privada, inclusive por meio de ações violentas, são convidados a participar de reuniões em importantes organismos da Santa Sé e um deles é recebido pelo Pontífice.”

LEIA a íntegra da Carta.

Des(Ordem)

O Brasil está se desencontrando, novamente… Uma revolução (dita de Vinagre) nos leva ao vinagre . Queimamos etapas, como sempre. Alguém manipula com esperteza os jovens insatisfeitos e os “maduros” sem conteúdo para compreender a manipulação. Os protestos em todo o canto do país nos dão a dimensão da falta de ordem interior, da massa sem liderança… solta ao sabor dos instintos “de massa”. Muito pacífico, muito ordeiro, tudo … no Brasil. E a Goebells News traduziu tudo como um país que Sérgio B. Hollanda sonhou – o país do brasileiro cordial… será?! Confiram. E agora, a polícia é a vilã, porque usa “balas de borracha”… e os marginais são os “heróis”… Come on, brasileiros. Eu não tenho nenhum orgulho de ser brasileiro no meio dessa baderna. Eu gosto da Ordem. E Ninguém se lembra do nosso pavilhão nacional: Ordem e Progresso (nada tão irreal no país)!

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/protestos/2013/cobertura/