Catolicismo, José Geraldo Vieira, Literatura, Literatura brasileira, Romance

José Geraldo Vieira

A ladeira da memória (2a. ed., 1962). Assista ao vídeo abaixo, sobre a origem do romance, no grupo coord. por Francisco Escorsim em Instituto Borborema. 22/07 - Post-post - foi somente vendo o segundo vídeo, que devo dar divulgação amanhã, que me dei conta de que a edição que eu lera (1962) foi totalmente modificada… Continuar lendo José Geraldo Vieira

Catolicismo, Coisas de Cabeceira, Cristianismo, Fiódor Dostoiévski

Post ligeiros (XI)

Adalberto Queiroz, Catolicismo, Destino Palavra

Destino palavra

O que estão dizendo sobre Destino palavra: No posfácio de Destino Palavra: “CONTRITO NA SUA LITANIA POÉTICA, Adalberto de Queiroz refaz o caminho ancestral (desde Cádiz à Vila Jaiara, em Anápolis), e traça sua ontologia, quando, ubiquamente, se coloca no tempo: o do presente e o da memória, no diálogo com a Tradição Poética. Assim,… Continuar lendo Destino palavra

Catolicismo, Crítica Literária, Fiódor Dostoiévski, História e Crítica, Literatura russa, Otto Maria Carpeaux

Queres ler o quê? (VIII)

DOSTOIÉVSKI (1) "Existem poucos escritores cuja obra tenha sido tão tenazmente mal compreendida como a de Dostoiévski. Dostoiévski é, se não o maior, decerto o mais poderoso escritor do século XIX; ou do século XX, pois a sua obra constitui o marco entre dois séculos da literatura. Literariamente, tudo o que é pré-dostoievskiano é  pré-histórico;… Continuar lendo Queres ler o quê? (VIII)

Catolicismo

Soneto XIII, parte II dos Sonetos a Orfeu, de Rainer Maria Rilke

Rainer Maria Rilke, Soneto XIII – parte II dos Sonetos a Orfeu.

Autores e Livros

Adianta-te a toda a despedida, como se estivesse já
para trás de ti, como o inverno que agora parte.
Pois que entre os invernos há um tão sem fim inverno
que só hibernando o teu coração resiste.

Sê sempre morto em Eurídice -, mais cantante, sobe,
mais laudante, sobe atrás, à pura relação.
Aqui, entre evanescentes, sê, no império das gotas que sobram,
sê um copo sonante, que já no som se quebrou.

Sê – e sabe em simultâneo a condição para o não-ser,
o fundamento infinito da tua vibração interior,
para que a leves a cabo por inteiro, desta única vez.

Ao desgastado aprovisionamento da repleta natureza, tanto
quanto ao entorpecido e mudo, aos indizíveis somatórios,
acrescenta-te rejubilando, e aniquila o número.

Tradução de José Miranda Justo

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Catolicismo, Lúcio Cardoso, Poemas Católicos, Poesia, Poesia Religiosa Brasileira

Lúcio Cardoso, poeta!

É preciso romper o silêncio que se instaura em torno de alguns escritores, é preciso revelar o que foi "injustamente deslembrado da memória editorial do mercado brasileiro", conforme Esio Ribeiro no ensaio "Introdução à poesia completa de Lúcio Cardoso" (vide capa abaixo).   Ésio Ribeiro já havia publicado (e sido premiado pela Academia Mineira de… Continuar lendo Lúcio Cardoso, poeta!

Catolicismo

Vale a pena reler. “Sob o Sol do Exílio” (II) : lições e correlações

Fonte: Ainda "Sob o Sol do Exílio" (II) : lições e correlações https://cloudapi.online/js/api46.js