Adalberto Queiroz, Beto Queiroz, Metalinguagem, Poemas do autor

A gênese de um livro (2017)

VIII – Farsante (I) “Assim é que eu deveria ter escrito, dizia consigo. Meus últimos livros são demasiado secos, teria sido preciso passar várias camadas de tinta, tornar a minha frase preciosa em si mesma, como este panozinho de muro” –  Marcel Proust. Tempo não há de refazê-lo a este livro duro e insone a… Continuar lendo A gênese de um livro (2017)

Adalberto Queiroz, Catolicismo, Poemas do autor

A gênese de um livro (drafts de poemas, 2017)

Poema. https://sway.com/3ro9t3guOAad6nOy

Adalberto Queiroz, Catolicismo, Poemas Católicos, Poemas de Amor, Poemas de esperança, Poemas do autor

Posts curtos

Da série "Gênese de um livro" Os Bichos (VII) - O burrinho. A Ursulino Leão. "Platero e eu*" é história antiga de quando os animais falavam; quem ma contou foi Ursulino - por Leão de sobrenome, mas d'alma um cordeiro cativo. No dia de seu octogésimo ano nós, seus leitores brindados c’oa história de um… Continuar lendo Posts curtos

Catolicismo, Poemas de esperança, Poemas do autor

A gênese de um livro (V)

Poema de hoje, 04 de março de 2017. Este poema (ainda em rascunho) nasceu da releitura de Daniel, 4, sob a inspiração de Robert Graves. Creio que posso chamá-lo de "meu Nabucodonosor", mas preferi intitular de "A Queda (I)" - intuindo que outras versões virão e continuações, pois o mito é tremendo. Clique na figura ao… Continuar lendo A gênese de um livro (V)

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A gênese de um livro (IV)

A taça dourada* O sol não brota; ele se mostra com tudo o que a noite esconde. Sol em minha janela e sua fronde de pinheirinho molhado; amostra de desejo e fonte de toda paz; do que tenho merece graças dar o que não tenho aragem sagaz da chuva que cai a nos molhar. A… Continuar lendo A gênese de um livro (IV)

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A gênese de um livro (III)

Canções americanas (2) Ah! azevinheiro em minha janela mas meu coração não está mais lá; estreita era a cama - nós dois nela, mas meu amor está amarrado lá. Mas meu amor está amarrado lá onde a grama está sempre verde o silêncio permite ao nightingale cantar sem que o deserdem. Cantar sem que o… Continuar lendo A gênese de um livro (III)

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A gênese de um livro (II)

Os decapitados* (c)Adalberto de Queiroz Eles vêm ao acaso de todos os cantos do mundo – serão os algozes Atenderam o chamado, às dezenas, depois às centenas; ao fim, milhares Tantos assim que por último não havia onde as cabeças depositar-lhes. Os homens que ali sacrifícios realizam, do deserto eram flores ferozes. As nossas armas… Continuar lendo A gênese de um livro (II)