Livros, 2017

O poeta goiano Heleno Godoy foi muito feliz nesse exercício de nomear o objeto livro.  O LIVRO Heleno Godoy* “Um livro responde às assinaturas subscritas, incorpora tempestades, incendeia oceanos poderosos, ervas frágeis, manhãs que des- pertam quando a lua ainda não se foi. Um livro abrange um delírio, homens livres e fugitivos. Um livro estreita … Continue lendo Livros, 2017

Lúcio Cardoso, poeta!

É preciso romper o silêncio que se instaura em torno de alguns escritores, é preciso revelar o que foi "injustamente deslembrado da memória editorial do mercado brasileiro", conforme Esio Ribeiro no ensaio "Introdução à poesia completa de Lúcio Cardoso" (vide capa abaixo).   Ésio Ribeiro já havia publicado (e sido premiado pela Academia Mineira de … Continue lendo Lúcio Cardoso, poeta!

Comunicação no I Colóquio de Poesia Goiana, 2017

I Colóquio de Poesia UFG,  12 de Junho de 2017 - participação na Mesa coordenada pelo poeta Miguel Jubé, doutorando em Letras pela UFG; tema: "A nova poesia em Goiás". Participação minha com os poetas Edmar Guimarães, Fabrício Clemente e a poetisa Dheyne de Souza. Boa tarde! Concordando com o escritor britânico Gilbert Keith Chesterton … Continue lendo Comunicação no I Colóquio de Poesia Goiana, 2017

Posts curtos – poema a Ursulino Leão

Da série "Gênese de um livro" O burrico A Ursulino Leão.   "Platero e eu" é história antiga de quando os animais falavam; quem contou foi Ursulino - por Leão de sobrenome, mas d'alma de cordeiro cativo. No dia de seu octogésimo ano, nós, seus leitores brindados co’a história de um burrinho queimado e malhado … Continue lendo Posts curtos – poema a Ursulino Leão

A gênese de um livro (IV)

A taça dourada* O sol não brota; ele se mostra com tudo o que a noite esconde. Sol em minha janela e sua fronde de pinheirinho molhado; amostra de desejo e fonte de toda paz; do que tenho merece graças dar o que não tenho aragem sagaz da chuva que cai a nos molhar. A … Continue lendo A gênese de um livro (IV)

A gênese de um livro (III)

Canções americanas (2) Ah! azevinheiro em minha janela mas meu coração não está mais lá; estreita era a cama - nós dois nela, mas meu amor está amarrado lá. Mas meu amor está amarrado lá onde a grama está sempre verde o silêncio permite ao nightingale cantar sem que o deserdem. Cantar sem que o … Continue lendo A gênese de um livro (III)