A Marinha dos EUA mostra sua grandeza

Em meio a discussão e aos rompantes dos iranianos, a Marinha dos Estados Unidos mostra sua grandeza. Confirme nessa matéria do The Envoy, reproduzida pelo Yahoo News.

Almirante Craig S. Faller (US Navy) é cumprimentado pelo secretário da Defesa USA

Amid tensions, U.S. Navy rescues Iranians from Somali pirates | The Envoy – Yahoo! News.

Eric Voegelin, by Michael Federici

No meu anseio de aprofundar o conhecimento do pensamento de Eric Voegelin, adquiri novos livros nessa minha jornada no Arizona (dez, 08/jan, 09). Devo como sempre mais à Amazon do que a Barnes & Noble. A primeira acha o que não tem em estoque e te entrega, com rapidez e exatidão. A segunda, por seu turno, mirrou sua prateleira de bons filósofos e adotou a prateleira de filosofia miúda, i.e., Filosofia = Ateísmo.  Sorry about that, guys. Na B&N você encontrará o mesmo e bom café da Starbucks, mas a filosofia…(what a shame) com f minúsculo.

Pois bem, foi na Amazon que encontrei esta magnífica introdução ao pensamento de Eric Voegelin. A atendente ilustrada mas apática  da Barnes sequer sabia pronunciar e jamais tivera notícia do nome de Voegelin!

O livro de Michael Federici é da excelente coleção da ISI Books (Wilmington, Delaware), ed. 2002, intitulada “Library of Modern Thinkers” e tem entre outros escritores os ilustres nomes de Ludwig Von Mises, Robert Nisbet, Wilhelm Röpke, Jouvenel e Richard Weaver.

Como ainda não tenho uma resenha do livro, uso a idéia de transcrição de trechos como uma isca para que você, ao contrário da nada simpática atendente da B&N de Surprise (Az), se interesse por Voegelin.

Library of Modern Thinkers, ISI Books, 2002

Library of Modern Thinkers, ISI Books, 2002

Caracterizando a Crise da “Western Civilization” como um “processo que vem de um século e meio atrás” e que talvez persista por mais um século, Voegelin levanta o que chama de “Western disorder“,  elaborando a genealogia que exige “thinkers, ideas and historical experiences that often have been given scant or improper attention by scholars be put in their proper context“. Um exemplo desse tipo de gente é Augusto Comte (1798-1857). Voegelin o caracteriza como “is the first great figure of the Western crisis” and referes to him as “a spiritual dictator of mankind“. E lista outras figuras ao longo do séc. XVIII como d´Alembert, Voltaire, Diderot, Bentham e Turgot. Esses autores, juntos, são responsabilizados por “have mutilated the idea of man beyond recognition“.
Essa mutilação é descrita por Voegelin (de acordo com Federici) como “reduction of man and his life to the level of utilitarian existence” – ´an attitude that is ubiquitous in contemporary Western culture.  This mutilation included the loss of the Christian understanding of mankind`.
Segundo Voegelin, citado por MF:

“There arises the necessity of substituting for transcendental reality an intrawordly evocation which is supposed to fulfill the functions of transcendental reality for the immature type of man. As a consequence, not only the idea of man but also the idea of mankind has changed its meaning. The Christian idea of mankind is the idea of a community whose substance consists of the Spirit in which the members participate; the homonoia of the members, their likemindedness through the Spirit that has become flesh in all and each of them, welds them into a universal community of mankind. (cit. de “Enlightening to Revolution – FER”, Duke Univ. Press, 1975, pág. 95-96).

Individuos como Turgot, Voltaire, Diderot e Bentham transpõem essa ideia clássica e cristã do homem para um modelo que deprecia a natureza espiritual do homem, afirma Federici. E assim, transpõem a comunidade de indivíduos (a fraternidade cristã) em uma massa total e anônima, presa apenas por um ideal. Essa “masse totale” é o que se chama de construção ideal de Turgot. A visão utilitária em que seres humanos são contados como o valor que dão à construção do ´progresso`.  O positivismo contribui assim para a corrupção espiritual, numa clara crise que é, no final, de caráter existencial.

Se existe uma restauração possível – e ao autor não parece uma tarefa tão rápida – essa seria recobrar a consciência dessa “masse totale” , o que não é difícil apenas nas sociedades totalitárias mas também em países de tradição cristã como os EUA, diz Federici, interpretando Voegelin.  Nos EUA, Voegelin nota que esforços de restauração da Ordem terão que enfrentar “the soul-killing pressure of the progressive creed” (FER, 102), assinala Federici. Mas Voegelin é firme em sua posição e dá-nos uma lição digna deste dia de São Brás (em que escrevo este post):

No one is obliged to take part in the spiritual crisis of a society; on the contrary, everyone is obliged to avoid this folly and live his life in order
(Science, Politics and Gnosticism, Chicago, Regnery Gateway, 1968, p.22-23, apud Federici).

Paz e Bem!

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Fonte: Federici, Michael P. “Eric Voegelin: the restoration of order“/ 1st. ed. – Wilmington, Del.: ISI Books, 2002.

(1) scant – adj. escasso, raro; limitado, reduzido; estreito; deficiente.

Post-post:

Voegelin, Eric, 1901-1985

Hitler e os alemães / Eric Voegelin; introdução e edição de texto
Detlev Clemens e  Brendan Purcell; tradução Elpídio Mário Dantas Fonseca.

– São Paulo: É Realizações, 2007. –

(Col. Filosofia Atual)

Título original: Hitler and the Germans

ISBN 978-85-88062-49-8

CDD-943.086092

Índice do catálogo sistemático: 1.Alemanha : Chefes de estado : Período do 3º Reich :

Biografia 943.086091

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Voegelin, Eric, 1901-1985

Reflexões autobiográficas / Eric Voegelin; introdução e edição de texto Ellis Sandoz ; tradução Maria Inês de Carvalho ; Notas Martim Vasques
da Cunha. – São Paulo: É Realizações, 2007. –

(Col. Filosofia Atual)

Título original: Hitler and the Germans

ISBN 978-85-88062-50-4

CDD-193

Índice do catálogo sistemático: 1.Filósofos Alemães : Biografia e obra 193

Biografia 943.086091

A banalidade do mal

O fenômeno de Hitler não se esgota em sua pessoa. Seu sucesso deve ser situado no quadro geral de uma sociedade arruinada intelectual ou moralmente, no qual figuras que em outros tempos seriam grotescas e marginais podem ascender ao poder público por representarem formidavelmente o povo que as admira. Essa destruição interna de uma sociedade não terminou com a vitória dos aliados sobre os exércitos alemães na II Guerra Mundial, mas continua até hoje. Devo dizer que a destruição da vida intelectual na Alemanha em geral e nas universidades em particular é fruto da destruição perpetrada sob seu regime. O processo ainda está em curso e não é possível entrever seu fim, de sorte que consequências surpreendentes são possíveis. O estudo do período (hitlerista) por Karl Kraus, e especialmente sua arguta análise do detalhe sujo (aquilo que Hannah Arendt chamou de `banalidade do mal´) tem grande importância para nós hoje, pois é possível encontrar fenômenos correlatos na sociedade ocidental, embora não ainda, felizmente, com os efeitos destrutivos que resultaram na catástrofe alemã.

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Reflexões Autobiográficas“, Eric Voegelin, pág. 41, Ed. ÉRealizações, 2008.
(Qualquer semelhança entre Brasil e Alemanha é mera coincidência)

A lição das caraíbas

A crônica nasce do choque entre a imaginação e a realidade. Não há declaração de amor entre esses dois entes. O que existe mesmo é um choque físico, um fenômeno simples…

Se é verdade que toda obra de arte é a solução de um problema, há nesse gênero de expressão a semente de um problema a ser solucionado, tal como no aforismo há plantada a força compacta do autor que não pôde se dedicar ao desenvolvimento completo da Idéia (1).

No caso deste cronista é bom que o momento do choque seja exposto ao leitor imaginário para que este participe de modo ativo como parteiro ou padrinho da idéia nascente. Eis-me aqui no quarto de hotel, longe de casa, do conforto do lar, da companhia da família, distante dos livros, do latido do cão, da proximidade confortável do ambiente em que cometo alguns poemas e croniquetas. Sem as muletas preferenciais da crônica – os livros lidos e relidos, sem o almofadado mundo familiar, somem os assuntos para pauta que mereça o desenvolvimento esperado pelos leitores.

Estou em Brasília e a cidade me fornece seus da(r)dos. A cidade vista do quarto de hotel, do sétimo andar, em meados de agosto expõe seus esplendores e misérias. Não é preciso ouvir o noticiário,abre-se a janela e o céu azul deste agosto de baixa umidade e secura expõe o cronista sem assunto (e sem terras) a um choque – é o pretexto que tem para acionar o motor da idéia.

Há 49 agostos convivo com essa demonstração cíclica do tempo, que alterna chuva e seca na maior savana do planeta, mas nunca me pareceu um espetáculo tão eloquente como agora.

Da minha janela, no quarto de hotel, repete-se em dose urbana o que testemunhei em toda a estrada (Goiânia-Brasília). Assistimos à resistência do cerrado à baixa umidade e à secura, que nesses dias tornam sufocantes as tardes para os animais e as plantas. Mas no meio do cerrado seco e da relva aparentemente morta, descortinamos duas espécies em plena florada: os ipês e as caraíbas. A caraíba vê suas primas ricas – ipês roxos e amarelos – exibirem suas cores, enquanto ela, pobre caraíba cumpre seu dever com um estoicismo apreciável e com regularidade de monja. Todo agosto, lá está a caraíba, nossa irmã do cerrado abrindo-se em flores amarelas, belíssimas, mesmo quando um agricultor põe fogo no cerrado ou um motorista imprudente atira-lhe um toco de cigarro que cresta tudo a sua volta.

Em meio ao cerrado seco e pintado de cor palha, lá está a caraíba atestando a força da natureza e a beleza do criador em seu testemunho silencioso, diante de nossas retinas preguiçosas e desatentas e nossos 18% de umidade relativa, nossa mínima esperança de viajantes e cidadãos desta savana e do planeta, com nossas almas desfolhadas…

Deveria o cronista lamentar-se como Anatole France, que não se sentia à altura da Academia de Ciências, “je ne peut que gémir d´être exclu des temples de la certitude“, mas meus gemidos são de outra natureza, pois, desolado me sinto diante de outros templos de certeza em nosso tempo, em nosso país. Esses parecem querer excluir o cronista que se atreva a dar sua interpretação do tempo presente com a armadura da fé cristã e a expressão da poesia.

Mas aprendemos com o filósofo professor Olavo de Carvalho “que todo problema que nos acerta no coração ou no fígado só pode ser expresso poeticamente…” E isso é como água fresca para o cronista-poeta. É como nova umidade e frescor – eis a retórica das caraíbas lhe dizendo: Olha ao redor e vê quão animador é o esforço da contínua busca do belo, do bom e do verdadeiro.

Eia, anima-te, com o exemplo das caraíbas e lança tua crônica ao vento da internet”. Aventuro-me, lembrando que dia desses, repetia para os anônimos leitores das 8 Colunas que, chegado à beira dos cinquent´Anos, lembrava-me do texto do austríaco Hermann Broch, sentindo que estou diante de uma grave questão – a da atitude diante da minha época. Às vezes, a alta onda que se levanta derruba-me, sinto-me acachapado, nocauteado por essa onda forte que se levanta, vez por outra como numa savana queimada.

Uma revista semanal me jogou-me à cara, no domingo passado, uma reportagem sobre o cidadão Ibsen Pinheiro, vítima de uma injustiça da nossa dita melhor imprensa semanal. Onze anos passados e lá aparecem as ´correções`, as tardias erratas de uma contravenção não mais passível de ser punida. Lido o texto, reflexões dolorosas depois, decidi-me a enviar uma carta à redação da revista, tornando pública minha revolta com os rumos de nossas instituições, de nossa pobre pátria que levantava esse pequeno véu para bater-se com outro mais hediondo que surge da presidência da república, por pouco avistada em suas peraltices neste agosto, desde o ponto de vista da minha janela do meu quarto d´hôtel…

A reflexão leva a pensar sobre os erros vários em que incorrem as instituições, agora ameaçadas da Nova Censura republicana, pobre pátria, patriazinha sem memória, incapaz de fazer conexões históricas, entre causas e efeitos daquilo que agora nos abate.

Pensa o cronista: ficamos moderninhos demais com todos estes aparelhos telefônicos móveis, com este governo de talhe esquerdista pós-moderno, com essas invasões de terra, com este desrespeito ao outro que aboliu a gentileza de trato e instaurou um baixo ticket de valor à Vida nas grandes cidades.

Em lugar disso o que fizemos com os valores permanentes da Vida? O que fizemos com a força da Fé, o liame do Afeto dentro e fora da Família, o poder do trato, da promessa, do Voto (não, não este que se põe nas urnas como obrigação eleitoral, mas o Voto, as juras e os contratos que não se deveriam se desfeitos por um “qualquer dá-cá-uma-palha”); o que fizemos do Ensino e da formação de nossos jovens, da Educação como esforço pessoal e não apenas como “dever do Estado”?

– O que fazer se tantas Vidas são baseadas na ausência do Amor e da Caridade?

Ficamos moderninhos demais, com nossos celulares e internet (agora mesmo celebramos noss recordes na comunidade web, intitulada Orkut como uma realização hiperimportante), mas mantemos os joves distantes dos livros, da educação clássica, do respeito ao outro, como num cerrado tostado pelo fogo dito ‘modernizador`.

A regilião, a família, a alta cultura que só pode advir de uma formação clássica (vejam crônica do poeta Fábio Ulanin na Web) pode apagar o fogo destruidor do dinheiro fácil, do esnobismo, do achincalhe ao Outro, e da mínima e básica falta de educação e boas maneiras que virou moda em todos os lugares públicos – incluindo shoppings, cinemas, escolas…

Contra a secura de tantas perdas no cerrado de nossas vidas que estamos nesse jogo de educação cívica (ou seria de Educação pura e simples?) proponho atentarmos ao ensinamentos que emanam da lição da caraíbas.

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Fontes:
(1) A frase citada é do resumo da Aula 8 de Olavo de Carvalho, “O Advento do Cristianismo”, ed. É Realizações, S. Paulo, 2001. (AQ).

(2) *Original publicado no blog 8 Colunas, em 2005.

Virar o disco

Eu estive, nos últimos dias, mais maravilhado com os edifícios mentais de Safron Park* e com a paisagem da janela – em minha rápida passagem pelo frio de Curitiba – do que com as questões aéreas que me afetaram diretamente.

O fato é que as “moças dos cabelos vermelhos e dourados, colhendo lilases antes do café, com a gravidade inconsciente e magnífica das moças“(*) do mundo inteiro sensibilizam muito. Mas não me sensibilizaram tanto a ponto de me fazer esquecer as esperas intermináveis que continuaram acontecendo nos aeroportos brasileiros e das quais eu fui vítima durante 12 horas dos meus 5 últimos dias…

Eu não tenho o hábito nem o prazer de ficar pousando (num gerúndio correto) em circunstâncias. Pouso com a realidade. Rezo e pouso. No pouso, eu rezo (já disse antes que as aeronaves são minhas catedrais). Eis a realidade deste cristão. E leio…

Ler em vôo é uma alegria que traz uma tranquilidade contra as circunstâncias do vôo – turbulências temporárias (e difíceis) quand même! Num desses vôos instáveis de Goiânia a S.Paulo-Congonhas descobri na leitura de um livro de Alexandre Soares Silva a melhor solução jamais adotada de unir prece, paraíso e anjos num só estágio – pousei em paz lendo o final de “A Coisa Não Deus”, e o livro teve a mágica de desaparecer com as turbulências. Pouco me afetaram as circunstâncias porque me sentia viajando num ônibus lilás sob o céu de chumbo da metrópole (sem pensar nos controladores de vôo brasileiros…só nos anjos). Ouso dizer que a melhor solução para os leitores que tenham dificuldades com turbulências é ler Alexandre em pleno vôo, sem ouvir os circunstantes – vizinhos de poltrona, em geral, são a pior inspiração nesses casos.

Já no vôo de Curitiba a Goiânia, minha fórmula foi Chesterton – de volta pra casa constatei que não há estrada longa no caminho de volta pra casa (o filme Apolo 13 já me demonstrara esta tese!) e, durante o vôo (e as esperas) fiz um plongée em G.K.C.

E assim, não foi tão difícil agüentar as 12 horas de aeroporto e longos discursos e esperas e a tentativa da cia. aérea de falar sobre o impossível de ser feito (o que seria razoável). Fosse saboroso o jantar pago por obrigação, não o seria ver a mãe com 3 filhos submetida à longa espera que durou até às 3 da manhã. Este avô (com alma de menino) estava no mesmo vôo, transformado em revoltado por empatia. Um vôo Curitiba-Goiânia que deveria durar teoricamente 2h45 no limite, virou um calvário de 12 horas.

Mas voltemos ao tema (se é que ele existe). O tema é a revolta do cidadão que ousa constatar (e dizer): o governo desrespeita a cidadania. Apesar de este mesmo governo incensá-la na propaganda. A União Soviética já nos provou, com sobejos exemplos históricos, de que A não é (KG)B.E Cuba, idem.

A verdade é que vivemos um governo típico de “Mário e o Mágico“. Os malabaristas tomaram o poder nas agências (des)reguladoras.

E eis-nos aqui: sem estradas, por conta do órgão (ir)responsável (Dnit) e sem direito a um competente sistema de transportes aéreos (por conta da incompetência do Estado: das Infraeros, e Anac… dos presidente, ministros etc.). E sem direito de ir-e-vir por terra, água ou ar, só nos resta a evasão pela boa ficção.

O cidadão continua entre o espeto e a brasa: não há estradas (tampouco ferrovias), não há ônibus seguros (os assaltos são constantes!) e não mais aviões seguros e no horário.

Et pourtant, entregam medalhas as pessoas que deveriam cuidar desta situação caótica.

Esse o meu dilema e do Brasil: virar o disco. Tocar outra música. Trocar o líder. Eu também. Preciso falar mais do que me vai no coração. O Brasil vai muito mal por conta de um governo incompetente. Preocupado com os interesses individuais de seus eleitos. Alheio à corrupção (pois é parte disso tudo), o Governo é feito por uma espécie de vencedores que se apoderaram do espólio. E nós, cidadãos, somos as vítimas dos que se apropriaram de um verdadeiro “butim” na guerra dos votos.

Sinceramente, quando sigo o conselho de virar o disco (e não falar só de religião) – dá-me ganas de falar de guerra. Estou como Syme, o personagem de Chesterton, com desejo de empunhar a espada ou tê-la entre os dentes, contra a bandidagem que dirige o País. Estamos diante da corja. Ousemos nos revoltar. Virar o disco e dizer não ao Poder.

O Lulismo é uma escória protegida pelo óleo sagrado das urnas (ó triste óleo que se exime pelo voto ignaro). Estamos diante da pior bandidagem que já se apoderou do Estado brasileiro. Há situações: como esta de retribuir terroristas (ex-militares revoltados contra o Regulamento a que juraram dever e honra) que são aberrações jamais vistas em países no exercício do Estado de Direito (vejam o caso Lamarca!).

Enfim, revoltar-nos contra a situação dos aeroportos seria uma pequena parcela do exercício do direito da classe média que não compreende o que está acontecendo contra todo o Direito brasileiro, em pleno mandato do Lulismo. A pior Ditadura que se pode exercer. A sutil e plena ditadura dos lulistas no Poder…

Virando o disco, eu vos digo: o país está sem controle e este bloguero sem paciência com este des-governo.
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(*) Fonte: “O Homem Que Foi Quinta-Feira“, G.K.Chesterton, Ed. Germinal, RJ, 2004.
P.S.: Virando o disco, quer atender o chamado de minha mulher e de amigos que dizem: volte a falar de outros assuntos além da Religião. Esta é uma tentativa. Espero que não frustrada.

Rodriguiana (1)

Algumas vezes, pessoas como Marta Matarazzo S. e Hillary Clinton me fazem ter horror à liberdade de expressão.