O dom da profecia em tempos pós-modernos…

S.DomingosMeditando
São Domingos medita sobre uma leitura…

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Era 2006…Olha só o profeta Olavo de Carvalho: in Jornal do Brasil, 7 de setembro de 2006:
“A construção do sistema nacional de roubalheira petista não começou em 2003, nem é um desvio acidental da linha partidária. Vem do início dos anos 90. É parte integrante da estratégia de conquista progressiva do poder total, que passa pela destruição sistemática da ordem pública e pela parceria ignóbil entre partidos esquerdistas e organizações criminosas no Foro de São Paulo.

“Não há um só dirigente do PT ou de qualquer outro partido de esquerda que não saiba disso, nem jornalista que o ignore. Por isso mesmo conseguiram escondê-lo tão bem.
Agora que se tornou difícil continuar negando as patifarias mais espetaculares usadas para implementar o grande engodo, só resta aos mentores esquerdistas fazer aquilo que previ em março de 2004: “Se o PT cair em total descrédito…, entrará em ação o Plano B: suicidar o governo alegando que falhou porque estava muito ‘à direita’ — e aproveitar-se da oportunidade para acelerar a transformação revolucionária do país, … transferindo a militância (petista) para outra e mais agressiva organização de esquerda.”.

Minha linha-do-tempo em FB – Adalberto De Queiroz.

Vá para o artigo de Artigo de Olavo

Professor Olavo de Carvalho, jornalista, pensador
Professor Olavo de Carvalho, jornalista, pensador e profeta, nas horas em que vaga, vagamos sob o Equador…

“A vida Muda o morto em multidão” – Mudará?

DO VERSO DE FERREIRA GULLAR

há lições a serem retiradas (da) e cotejadas com a realidade atual…(FGullar recebeu o prêmio Camões, 2010, foto sem (c) indicado

O livro “Dentro da Noite Veloz”, poemas de 1962-1974,  é de 1975. O poema-título é de 24.07.69. Era a fase do poeta em oposição ao regime militar – estamos, portanto, diante daquele típico livro de combate…

“Dentro da Noite…” traz poemas diversos em que, mesmo tendo a poesia como arma de sobrevivência, não deixa de conter o estilo de José Ribamar Ferreira (Ferreira Gullar) que o levará à maturidade poética e como pensador e crítico da Cultura que chega a ser considerado “o rei” da poesia brasileira contemporânea (Piza, 1999).

‘Está fora

de meu alcance

o meu fim

Sei só até

onde sou

contemporâneo

de mim.’

Mesmo que o guerrilheiro argentino “Che” Guevara apareça como protagonista do poema datado “dentro da Noite”, o poeta não se esconde na militância – abdicando do verso que forjará o seu estilo com o passar dos anos…A doença do esquerdismo juvenil parece não perdurar na maturidade do poeta.

O  poeta preso na Vila Militar (1969) pensa na liberdade como “sons de uma porta que bate”, de “árvores sob as nuvens; não havendo como não ver em Poesia com a marca do tempo, do combate temporário, a poesia dita datada – como se só o tempo presente parecesse interessar ao poeta: “A poesia é o presente” – diz. Ou quando, impotente diante da estarrecedora realidade da ditadura, o poeta clandestino (e depois exilado em B. Aires) (con)cede diante da realidade aterradora um mínimo para a estética ou para a poesis, preferindo “o neo-concreto” – corrente literária que por fim será um dos ícones:

“o poema, senhores,
não fede nem cheira”.                                                        

Gullar_Nordeste© foto de onordeste.com

O Ferreira Gullar maduro é o poeta que, por mais uma vez, se bate contra a ditadura – agora a ditadura do PT, dos governantes de agora, prováveis parceiros de outrora…
E se antes denunciava a fome em seus poemas das décadas passadas, hoje alerta que “Lula comprou os pobres do Brasil”, pela barriga…mercadejando com a Fome dos Outros.

Gullar mostra-se antenado com o momento brasileiro e alerta-nos para os riscos da “táticas bolivarianas” postas em prática pelo governo do PT, como também o fez corajosamente a poetisa mineira Adélia Prado.

Os intelectuais estão ausentes… os ditos artistas, intelectuais de esquerda…essas pessoas se calaram”.

”Os que faziam o panegírico
do PT, não tiveram a humildade de dizer: ERRAMOS!”

O País está naquele estágio em que Jean Braudillard chamava de
transparência do Mal”…

Ele, o Mal, está por toda a parte, em todos os poderes da República, na vida do país.

Leia mais

“A vida Muda o morto em multidão” – Mudará?

DO VERSO DE FERREIRA GULLAR

há lições a serem retiradas (da) e cotejadas com a realidade atual…(FGullar recebeu o prêmio Camões, 2010, foto sem (c) indicado

O livro “Dentro da Noite Veloz”, poemas de 1962-1974,  é de 1975. O poema-título é de 24.07.69. Era a fase do poeta em oposição ao regime militar – estamos, portanto, diante daquele típico livro de combate…

“Dentro da Noite…” traz poemas diversos em que, mesmo tendo a poesia como arma de sobrevivência, não deixa de conter o estilo de José Ribamar Ferreira (Ferreira Gullar) que o levará à maturidade poética e como pensador e crítico da Cultura que chega a ser considerado “o rei” da poesia brasileira contemporânea (Piza, 1999).

‘Está fora

de meu alcance

o meu fim

Sei só até

onde sou

contemporâneo

de mim.’

Mesmo que o guerrilheiro argentino “Che” Guevara apareça como protagonista do poema datado “dentro da Noite”, o poeta não se esconde na militância – abdicando do verso que forjará o seu estilo com o passar dos anos…A doença do esquerdismo juvenil parece não perdurar na maturidade do poeta.

O  poeta preso na Vila Militar (1969) pensa na liberdade como “sons de uma porta que bate”, de “árvores sob as nuvens; não havendo como não ver em Poesia com a marca do tempo, do combate temporário, a poesia dita datada – como se só o tempo presente parecesse interessar ao poeta: “A poesia é o presente” – diz. Ou quando, impotente diante da estarrecedora realidade da ditadura, o poeta clandestino (e depois exilado em B. Aires) (con)cede diante da realidade aterradora um mínimo para a estética ou para a poesis, preferindo “o neo-concreto” – corrente literária que por fim será um dos ícones:

“o poema, senhores,
não fede nem cheira”.                                                        

Gullar_Nordeste© foto de onordeste.com

O Ferreira Gullar maduro é o poeta que, por mais uma vez, se bate contra a ditadura – agora a ditadura do PT, dos governantes de agora, prováveis parceiros de outrora…
E se antes denunciava a fome em seus poemas das décadas passadas, hoje alerta que “Lula comprou os pobres do Brasil”, pela barriga…mercadejando com a Fome dos Outros.

Gullar mostra-se antenado com o momento brasileiro e alerta-nos para os riscos da “táticas bolivarianas” postas em prática pelo governo do PT, como também o fez corajosamente a poetisa mineira Adélia Prado.

Os intelectuais estão ausentes… os ditos artistas, intelectuais de esquerda…essas pessoas se calaram”.

”Os que faziam o panegírico
do PT, não tiveram a humildade de dizer: ERRAMOS!”

O País está naquele estágio em que Jean Braudillard chamava de
transparência do Mal”…

Ele, o Mal, está por toda a parte, em todos os poderes da República, na vida do país.

Leia mais

Um tempo Cinzento: Brasil 2014–a transparência do Mal…Misererê!

Com Licença Poética, eis que se anuncia a lucidez da poetisa mineira Adélia Prado!
A seguir, neste link, veja a entrevista completa de dona Adélia Prado: é lucidez de Poeta-Profeta!

ADÉLIA nos alerta que estamos vivendo “um tempo cinzento… em que o Mal está em toda parte, por todo canto dos poderes do Brasil e isso gera um país triste…

“Nós estamos vivendo um momento muito esquisito, um momento muito triste. É uma ditadura disfarçada. Não me sinto em um país democrático. (…) Na ditadura (militar) nós estávamos mais vivos do que estamos agora.”

“Eu não me sinto vivendo numa democracia” (Adélia Prado).
“Ai, a ausência de Qualidade do nosso Parlamento…”

Sobre a omissão dos intelectuais, ditos de esquerda: “Os intelectuais estão ausentes… os ditos artistas, intelectuais de esquerda…essas pessoas se calaram”.
”Os que faziam o panegírico
do PT, não tiveram a humildade de dizer: ERRAMOS!”
O País está naquele estágio em que Jean Braudillard chamava de
transparência do Mal”…
Ele, o Mal, está por toda a parte, em todos os poderes da República, na vida do país.

Vivemos num país que é como “comida envenenada”.
“Isso tudo me dá uma ‘aflição danada’…”

Será que só a Poetisa sente isso?

A banalidade do Mal tirou da República sua face alegre…
Talvez por isso mesmo as bandeiras verde-amarelas não tremulam a 25 dias da Copa do Mundo.

A honestidade intelectual e a coragem desta poetisa mineira já vem de longe, no livro de estréia:

“Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.”

(Com Licença Poética, Adélia Prado)

Um desabafo tão lúcido assim tem a ver com um tema histórico, recorrente na história da humanidade: a banalidade do Mal.

Um tempo Cinzento: Brasil 2014–a transparência do Mal…Misererê!

Com Licença Poética, eis que se anuncia a lucidez da poetisa mineira Adélia Prado!
A seguir, neste link, veja a entrevista completa de dona Adélia Prado: é lucidez de Poeta-Profeta!

ADÉLIA nos alerta que estamos vivendo “um tempo cinzento… em que o Mal está em toda parte, por todo canto dos poderes do Brasil e isso gera um país triste…

“Nós estamos vivendo um momento muito esquisito, um momento muito triste. É uma ditadura disfarçada. Não me sinto em um país democrático. (…) Na ditadura (militar) nós estávamos mais vivos do que estamos agora.”

“Eu não me sinto vivendo numa democracia” (Adélia Prado).
“Ai, a ausência de Qualidade do nosso Parlamento…”

Sobre a omissão dos intelectuais, ditos de esquerda: “Os intelectuais estão ausentes… os ditos artistas, intelectuais de esquerda…essas pessoas se calaram”.
”Os que faziam o panegírico
do PT, não tiveram a humildade de dizer: ERRAMOS!”
O País está naquele estágio em que Jean Braudillard chamava de
transparência do Mal”…
Ele, o Mal, está por toda a parte, em todos os poderes da República, na vida do país.

Vivemos num país que é como “comida envenenada”.
“Isso tudo me dá uma ‘aflição danada’…”

Será que só a Poetisa sente isso?

A banalidade do Mal tirou da República sua face alegre…
Talvez por isso mesmo as bandeiras verde-amarelas não tremulam a 25 dias da Copa do Mundo.

A honestidade intelectual e a coragem desta poetisa mineira já vem de longe, no livro de estréia:

“Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.”

(Com Licença Poética, Adélia Prado)

Um desabafo tão lúcido assim tem a ver com um tema histórico, recorrente na história da humanidade: a banalidade do Mal.

Viva a República do Brasil

Visita Virtual ao Museu da República.

Embora eu seja muito simpático à Monarquia, somos um país republicano. Portanto, só me cabe dizer um viva à República F. do Brasil e deixar a quem interessar possa uma dose de polêmica do blog Monarquia x República: http://monarquiaxrepublica.blogspot.com.br/

Planilha do jogo: do defensor ao atacante, do roupeiro ao ‘coach’

E o chefe da quadrilha diz: “acatarei a decisão da Justiça” (que bom moço! como se sente acima do Estado a frase é a cara dele).
Entenda o jogo ampliando a figura abaixo.

E arremata: “mas não me calarei…” (hum, eu fiquei me pergunto: não se calará com os colegas de prisão; com os sindicalistas que aparelharam o Estado; nem com os comandados do PCC?! Será?
Iria pra rua? Iria para a clandestinidade? ou fugirá do país para o Paraguai…
hipóteses mil para quem já fez o que fez o sr. J.D. fez ao longo de sua conturbada vida).

Penso ainda que quando assumiu a Casa Civil expressou o desejo de ser como um grande antecessor que nunca ´meteu a mão em cumbuca`. Oh, destino, oh, céus, oh dor… diria o personagem de desenho animado sobre o indigitado ex-ministro.
Agora, você acredita mesmo que o big boss 2 será mesmo preso: responda à enquete de Veja.

STJ e PGR destrincham o esquema Ali Dirceu Babá