murilo mendes

  • J.G. Merquior: Muriloscopia

    [Ou: “O travo agridoce da Saudade.] J.G. MERQUIOR escreveu, em maio de 1978, aquele que considero o prefácio definitivo e, naturalmente, com um título tipicamente merquioriano: “Notas para uma Muriloscopia“. Ninguém melhor do que J. Guilherme poderia ter uma visão… Continue reading

  • De Murilo a S.Domingos

    São Domingos Antes mesmo de nasceresJá o fogo te formava,Já o fogo te anunciava:Sereis a vida todaTrabalhado pelo Verbo,Atacando o lado oposto. Assim tua força lúcidaConcentrara-se no Cristo.Soubeste a linguagen machaQue mostra o ser todo inteiro;Enquanto a escrita do heregeDivide… Continue reading

  • Poetas da minha vida

    Lendo um blog sobre poesia me ocorreu de iniciar uma série sobre poetas que li e gostei ao longo dos meus 56 anos.   http://bit.ly/vU09PG Rimbaud bio Prosa do mundo? O espanhol Cervantes, o luso Camões (oops! poesia+prosa =invenção da… Continue reading

  • Murilo Mendes revisitado

    REGINA PACIS Rosa branca do universo, desejada dos povos,À tua passagem os elementos confabulam.Através das gerações teu poder se ampliou,Maria anunciada muito antes de nasceres, Anunciada pelo homem, pelas aves do campo,Pela estrela da manhã, pelo sopro de Deus.Ó tu… Continue reading

  • O código da vida

    “A vida humana é um código”, alerta o poeta Murilo Mendes ( “O Discípulo de Emaús” – 1945 ). E como os códigos e sua forma única (?) de decifrá-los está na moda, a frase 96, me salta aos olhos… Continue reading

  • O código da vida

    “A vida humana é um código”, alerta o poeta Murilo Mendes ( “O Discípulo de Emaús” – 1945 ). E como os códigos e sua forma única (?) de decifrá-los está na moda, a frase 96, me salta aos olhos… Continue reading

  • A Ressurreição, mirada poética

    Descalçando a morte, dos infernos vindo, Rompe a dura matéria do universo O Cristo. Unido ao Pai celeste no jardim Prepara a coroa do homem novo. Maria Madalena em véus azuis Pensa ver o hortelão, mas logo O vê: Quem… Continue reading

  • Minhas leituras da Quaresma

    Murilo Mendes: SANTORO* A ética da exatidão. Um lucano que se tornou grego. Hipótese perigosa, talvez falsa; mas fascinante. De qualquer maneira, um certo Santoro definitivamente tornado Santoro. Henrique IV pelo avesso, cheque-mate a Pirandello. Transportamo-nos à Sicília. “As coisas… Continue reading

  • Finados

    DIANTE DO ALTAR em púrpura, meu coração se desfaz em água a mais limpa, no sal de meus dias e minhas fraquezas. A mesa posta e a fração de pão me transportam para o tempo de minha avó. É um… Continue reading

  • Reeditando o Sabadoyle, sábado de Poesia

    Pré-História Mamãe vestida de rendas Tocava piano no caos. Uma noite abriu as asas Cansada de tanto som, Equilibrou-se no azul, De tonta não mais olhou Para mim, para ninguém! Cai no álbum de retratos. +++++ Fonte:  “Murilo Mendes, Antologia… Continue reading