Escritores Católicos Franceses
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Ainda e sempre, Bernanos
“- Para mim, a obra de um artista não é nunca a soma de suas decepções, sofrimentos e dúvidas, do mal e do bem de toda sua vida, mas de sua vida ela própria, transfigurada, iluminada, reconciliada. Sei bem que… Continue reading
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A lenda e a legenda (de) Bernanos
Quando quero me despedir ou saudar um(a) amigo(a) à moda antiga, aqui na websphere, abro o volume de Correspondências de Bernanos (1) e copio alguma coisa do fecho de alguma de suas maravilhosas cartas a amigos, editores, críticos etc.Hoje, pensando… Continue reading
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Para sempre, Bernanos
Uma moça me pergunta com inteligência sobre Céu e Inferno. E, ao responder, me dou conta de que não havia essa maravilhosa citação de Georges Bernanos em meu sitio. Eu gosto da definição de Georges Bernanos “o inferno, minha senhora,… Continue reading
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Bernanos volta ao Vaticano
“O Cristão Bernanos” (d´après le livre de Balthasar) permanece vivo em nossas consciências e na consciência do pessoal da Igreja que hoje se reúne no Vaticano para reflexões do período da Quaresma. Que alegria saber que Georges Bernanos continua atual… Continue reading
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Presença e permanência de Georges Bernanos
Um amigo virtual e francófono, Juan Asensio, crítico literário que mantém o blog Stalker, na seqüência de uma troca de mensagens (há algum tempo atrás), sobre o consagrado autor francês Georges Bernanos, me provocou a encontrar filiações bernanosianas no Brasil.… Continue reading
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Ainda Bernanos
De Sébastien Lapaque, em “Sous le Soleil de L´Exil“, vem a vontade de aprofundar a leitura dos Sermões de Vieira; ao mesmo tempo que continuar pensando os amigos e herdeiros de Bernanos no Brasil, como Paulus Gordan. Retomo o capítulo… Continue reading
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Grand Georges
“Trabalhe, disse-me ele, faça pequenas tarefas, dia após dia. (…) É assim que o bom Deus espera nos ver, quando nos abandona às nossas próprias forças. As pequenas tarefas não parecem importantes, mas dão paz. São como as flores do… Continue reading
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Livros: montanhas e brisas
“Na literatura há também montanhas e brisas. Os livros que encontramos são, na maior parte, como as correntes de ar; e sua leitura tem a brevidade e o enfado de uma gripe. Leu-se, sofreu-se, acabou-se…” (G. Corção) Pensando nisso (como… Continue reading
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Reflexões (Bernanos)
“De que vale ter razão em um jornal sem leitores” (“Qu´importe d´avoir raison dans un journal sans lecteurs?”) G. Bernanos, em carta à François Coty, em “Correspondences” 1904-1934, Plon, 1932, pág. 455 – tomo I . “Le péché est froid… Continue reading