Adalberto Queiroz
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O código da vida
“A vida humana é um código”, alerta o poeta Murilo Mendes ( “O Discípulo de Emaús” – 1945 ). E como os códigos e sua forma única (?) de decifrá-los está na moda, a frase 96, me salta aos olhos… Continue reading
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Natividade
Em meio à noite, eu me recordo das palavras de um velho escritor português e seu tom arcaico, pronunciado em crônica datada de 1886, a frase não me chega inteiramente como deve ser agora lembrada aos leitores: “…Dia seguido a… Continue reading
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Um rio chamado Emily
My River runs to thee – Meu rio corre até ti: Blue Sea! Mar azul. Aceitas-me? My River waits reply – Meu rio espera resposta. Oh Sea – look graciously – Ó mar, vê se me gostas. I’ll fetch… Continue reading
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Fluminense, campeão Brasileiro 2010. Ou: quem espera sempre alcança!
Como se sabe, o Fluminense se sagrou Campeão do Brasileirão 2010. A crônica esportiva se ocupou de noticiar tudo que pudesse ser relevante do ponto de vista do ludopédio. Eu que me ocupo de artes outras, não esqueço minha paixão… Continue reading
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Emily Dickinson (quase 100 poemas)
The Sky is low – the Clouds are mean.A Travelling Flake of SnowAcross a Barn or through a RutDebates if it will go – A Narrow Wind complains all DayHow some one treated him.Nature, like Us is sometimes caughtWithout her… Continue reading
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Transcrições do Hipérion (1)
Meu Caro! O que seria a vida sem esperança? Uma centelha que salta da brasa e se extingue, uma rajada de vento que se ouve na estação sombria do ano, que passa zunindo num instante e depois se perde, será… Continue reading
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Retomando a leitura de Emily Dickinson
Exultation is the goingOf an inland soul to sea,Past the houses – past the headlands –Into deep Eternity – Bred as we, among the mountains,Can the sailor understandThe divine intoxicationOf the first league out from land? xxxxxx-xxxxxxxx-xxxx Exultação há de… Continue reading
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Leituras do feriado republicano
Por ora, só a alegria de compartilhar o que me ocupa no feriadão da República.E claro, me pergunto se alguém em sã consciência ainda se lembraria de saudar a velha dama – principalmente entre nós entusiastas da Monarquia (e parte… Continue reading
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Sobre um poema de Quintana
“…rãzinha verde….tu nem sabesquanto foi o bemque eu quis ao te encontrar…” |(Mário Quintana) Passeando pelo livrodo Quintana encontroum riozinho ou sangaclara através d’onde: Vejo que ler é caminharatravés de florestainsondável por Outroconcebida… A minh’Alma ia adoçandocom carinho os poeminhasgrandes… Continue reading
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Rezando com os poetas (1)
VEM DE FRANKLIN DE OLIVEIRA as citações que me inspiram nessa tarde quente de início de feriadão: “Louvado seja N.S. Jesus Cristo E a mãe dele – Nossa Senhora, minha madrinha. Louvado seja o que é d’Ele e d’Ela vem:… Continue reading