Home
-
“Grande Sertão: Veredas” visto (e relido) na França*
Com este título, o único romance publicado por João Guimarães Rosa há 54 anos, o livro brasileiro continua apaixonando e desafiando leitores ao redor do mundo. Além do mérito de “superar o isolamento das literaturas ditas ‘pequenas’, como sublinha Otto… Continue reading
-
O poema do rato*
The Rat is the concisest Tenant O rato é o inquilino mais conciso He pays no Rent Não paga aluguel – Repudiates the Obligation – Repudia o compromisso; On schemes intent Atento ao ardil. Baling our Wit Frustra nossa astúcia… Continue reading
-
Não tomar o Nome de Deus em vão *
Esta é uma citação em que o Nome Sagrado não é tomado em vão: “…tudo o que não é Deus, se consumindo no incêndio do intelecto, é um repentino holocausto de sombras…” Bruno Tolentino. +++ Post-Post: queria hoje falar de… Continue reading
-
O canto alheio
É do poema de Bruno Tolentino que me salta a inspiração: “…busco um meio de fazer da lição o uso mais certo, ou menos parecido com o enxerto que se vive a extrair ao canto alheio”. E mais, falando… Continue reading
-
Encontrando a Idade Média (I)
Alertado por Franklin de Oliveira, no prefácio de “Literatura e Civilização”, comecei há alguns anos a empreender uma busca que me levou a compreender que “a Idade Média…não foi, de forma alguma, a Dark Ages inventada pelos historiadores liberais do… Continue reading
-
Encontrando a Idade Média (I)
Alertado por Franklin de Oliveira, no prefácio de “Literatura e Civilização”, comecei há alguns anos a empreender uma busca que me levou a compreender que “a Idade Média…não foi, de forma alguma, a Dark Ages inventada pelos historiadores liberais do… Continue reading
-
Emily Dickinson, ainda uma centena de poemas
Are Friends Delight or Pain? Could Bounty but remain Riches were good –, But if they only stay Ampler to fly away Riches are sad. ++++++++++++++++++++ Amigos são dor ou ventura ? Durasse sua fartura A riqueza era boa. Se… Continue reading
-
Manhãs de maio
Salve, manhãs de maio plenas desse azul a causar ciúme a Matisse. Salve, manhãs de maio em que o tamboril de meu jardim estica os braços desejoso de alcançar uma nesga desse doce algodão dos céus… Salve as manhãs de… Continue reading
-
Manhãs de maio
Salve, manhãs de maio plenas desse azul a causar ciúme a Matisse. Salve, manhãs de maio em que o tamboril de meu jardim estica os braços desejoso de alcançar uma nesga desse doce algodão dos céus… Salve as manhãs de… Continue reading
-
Mãos
Eis aqui duas mãos. Mãos que a vida decidiu preservar e juntar. Mãos que vimos nascer em condições diversas (adversas?). Mãos que a vida sabe que ela própria Vida foi defendida. Mãos tão pequenas diante da grande Mão de Deus.… Continue reading

