Poemas do autor

  • Ao modo de São João da Cruz

    Nessa noite indormida, tão só e insone Penso na fragilidade humana de sempre Elaborando que difícil é a alma na trempe: Sem rimas, sem versos exatos – alone! Eu tão só encontro na imagem socorro De Nossa Senhora: o meu… Continue reading

  • Ao modo de São João da Cruz

    Nessa noite indormida, tão só e insone Penso na fragilidade humana de sempre Elaborando que difícil é a alma na trempe: Sem rimas, sem versos exatos – alone! Eu tão só encontro na imagem socorro De Nossa Senhora: o meu… Continue reading

  • Dito e não ouvido (1)*

                  Eu, perdido como sempre no meio de centenas Pessoas: eu no paraíso de uma Varzim nova Tão próximo e tão distante das antenas Da raça. Eu, um só na moderna Póvoa. Nós: porcelana… Continue reading

  • Dito e não ouvido (1)*

                  Eu, perdido como sempre no meio de centenas Pessoas: eu no paraíso de uma Varzim nova Tão próximo e tão distante das antenas Da raça. Eu, um só na moderna Póvoa. Nós: porcelana… Continue reading

  • Manhãs de maio

    Salve, manhãs de maio plenas desse azul a causar ciúme a Matisse. Salve, manhãs de maio em que o tamboril de meu jardim estica os braços desejoso de alcançar uma nesga desse doce algodão dos céus… Salve as manhãs de… Continue reading

  • Manhãs de maio

    Salve, manhãs de maio plenas desse azul a causar ciúme a Matisse. Salve, manhãs de maio em que o tamboril de meu jardim estica os braços desejoso de alcançar uma nesga desse doce algodão dos céus… Salve as manhãs de… Continue reading

  • Sobre um poema de Quintana

    “…rãzinha verde….tu nem sabesquanto foi o bemque eu quis ao te encontrar…” |(Mário Quintana) Passeando pelo livrodo Quintana encontroum riozinho ou sangaclara através d’onde: Vejo que ler é caminharatravés de florestainsondável por Outroconcebida… A minh’Alma ia adoçandocom carinho os poeminhasgrandes… Continue reading

  • Sob o olhar de Deus

    Aonde vai o olhar de Deus Vão os amantes pensando – – Flores, amor, vinho fresco… E o pecador acreditando-se um só. Aonde vai o olhar de Deus A Sabedoria lembra-me: – Eu sei quem é meu Pai – e… Continue reading

  • Rabiscos reencontrados (2)

    I/LV Desterro a que está condenado O que ama sem ter a Amada Este, o da casa sem telhado Da choupana sem calha. Desterro o deste condenado Sem chuva, no terreno arado. Desterro o deste pobre-diabo Sem anjo da guarda… Continue reading

  • Rabiscos reencontrados (1)

    Azul de Matisse Oh! azul sem face L´azur sem fado Le grand bleu Le plus profond. Azul todo teto Da pequena alma No seu abandono A garimpar calma. Escafandro: céu azul profundo Seu porão interior tão lasso Bolor, fungo e… Continue reading

    Rabiscos reencontrados (1)