Lembrei-me de um tema de Julián Mariás, quando ouvi (li) sobre essas estatísticas sobre o índice de felicidade em que o Brasil ficou em 9º.
Bem diferente de outro ranking (o de IDH), em que não passamos do discreto 70º lugar.
http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI696015-EI306,00.html
A pergunta motivadora era “O quão feliz você se considera com a qualidade da sua vida?”
No Brasil, 29% dos entrevistados se disseram “muito felizes”, outros 53% se consideraram “satisfeitos”, 14% afirmaram estar “desapontados” e 2% “muito infelizes”.
E agora, depois da crise mundial, le grand crash, como nos sentimos os brasileiros?
Eu me excluo dos índices pela simples razão de que estar feliz não diz respeito à massa… é evidência objetiva e individual. Ser (feliz) é estar sendo, lembra-nos Mariás.
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