Poesia
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No mínimo…#9
Cadernos de Sizenando – 2 (GEOGRAFIA) – Adalberto de Queiroz. Geografia I Quando a Vila Jaiara era do mundo O centro vital; se mais longe houvesse, Lá chegara, aos saltos, de susto tomado Em mim mesmo; silente rezava o missal.… Continue reading
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No mínimo…dia #8
PIERRE RONSARD (1524-1585), traduzido ao português por Mário Laranjeira. Da série de posts “No mínimo, um poema ao dia” – Dia 8. À Cassandre A Cassandra Mignonne, allons voir si la rose Querida, vamos ver se a rosa Qui ce matin… Continue reading
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Da série “No mínimo um poema ao dia” (7)
Duas traduções de um clássico norte-americano – Robert FROST (1874-1963). The Road Not Taken – a primeira tradução é de José Alberto Oliveira, do blog Vício da Poesia (link). e a segunda, de Renato Sutanna. A estrada… Continue reading
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No mínimo, um poema ao dia #6
PIERRE RONSARD (1524-1585). Tradução de Mário Laranjeira. OS AMORES DE CASSADRA Sonetos (II) Céu, ar e ventos, montes e vargedos, Bífidos cerros, matas verdejantes, Ribas tortuosas, fontes ondulantes, Capões de mato, e vós, verdes bosquedos; Antros musgosos, fendas nos rochedos,… Continue reading
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NO MÍNIMO, UM POEMA AO DIA…#5
MAURICE SCÈVE – Que viveu no séc. XVI (provavelmente de 1510-64), é um dos 16 autores traduzidos pelo professor Mário Laranjeira em Poetas Franceses da Renascença. Continue reading
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No mínimo, um poema ao dia…#4
UM POEMA POR DIA (4) – ELIZABETH BISHOP (1911-1979). i. Original e, logo abaixo, ii. Tradução de Nélson Ascher. i. Poema original. One Art The art of losing isn’t hard to master; so many things seem filled with the intent to… Continue reading
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No mínimo, um poema ao dia (2)
Projeto para gerar riqueza espiritual: Ler, no minimo, um poema por dia; ver um quadro; ouvir música de qualidade. Continue reading
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No mínimo, um poema ao dia (I)
Chansons – Canções De Clément MAROT (1497-1544). Tradução de Mário Laranjeira.* De la rose Da rosa La belle Rose, à Venus consacrée, A bela rosa, a Vênus consagrada, L’oeil et le sens de grand plaisir pourvoir; Ao olho… Continue reading
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Chile poético (2)
ENQUANTO preparo um artigo sobre a poesia chilena da atualidade, aí vão algumas “canjas” de poetas que serão contemplados no ensaio. I .::NICANOR PARRA (1914)::. AUTORRETRATO Considerad, muchachos, Esta lengua roída por el cáncer: Soy professor en un liceo obscuro,… Continue reading









