Poemas do autor
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Poemas do autor
Poesia Falada* POESIA FALADA palavra à noite cantada co´a manhã se desfaz em palavra granulada: matinal achocolatado já não sente a poesia tal qual ressoara clara na madrugada alta – Et pourtant, fala! Será a escrita fogo fátuo? marca… Continue reading
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Poemas de ocasião (i)
i.i cidades (i) Eu me movo Tu me moves – It is a meme moves. … ψ i.ii mulheres desejam ser vistas… helenas – Desejo-as! por a+b: tenho… Continue reading
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No mínimo…#27
Da série “No mínimo um poema por dia”, Beto Queiroz, Cadernos de Sizenando. Continue reading
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No mínimo…#26
A última palavra p/r.n.s. A última palavra a ser dita? Dimas teria bem dito – – “Para nós isto é justo…” Ante à cruz e sua desdita. Das três cruzes fincadas No Gólgota, castigo havia A um dos três não… Continue reading
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No mínimo…#13
Exercício poético. Fonte: Cadernosde Sizenando, vol. ii, em preparo, Fev-2016. Continue reading
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No mínimo…#10
Cadernos de Sizenando, vol.II – poemas nova safra (2015/16). Continue reading
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No mínimo…#9
Cadernos de Sizenando – 2 (GEOGRAFIA) – Adalberto de Queiroz. Geografia I Quando a Vila Jaiara era do mundo O centro vital; se mais longe houvesse, Lá chegara, aos saltos, de susto tomado Em mim mesmo; silente rezava o missal.… Continue reading
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Leia Cadernos de Sizenando
Leia Cadernos de Sizenando, poemas e crônicas. Alumbramento; poesia mística e dicção própria. Continue reading
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Três poemeus da safra ’16
Poemas da safra 2016, para Cadernos de Sizenando II (poemas) , no prelo. Continue reading
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Poema–nova safra
I Conceder à palavra o silênciopara daí colher mais eficácia;e assim procedendo ouvidos moucos – falares inconsequentes; intermináveisalgaravias; ruidosos parlatórios – silenciam. Dar-se a si mesmo silêncio:– por que não me calo!? Quiet and calm ouvir a voz interiorfeito ouvisse… Continue reading







