Catolicismo

  • Para dizer adeus a 2015

    CRÔNICA PUBLICADA EM PORTAL RAÍZES. – Goiânia, 23-DEZ-15. ANTES que o ano se vá, esvaindo-se em dias, horas, minutos; antes que a contagem regressiva que anuncia o Novo comece, eis-me aqui para dizer-lhe duas ou três coisinhas. Nem sei ao… Continue reading

    Para dizer adeus a 2015
  • Poema de Hermann Hesse

    Publicado originalmente em Banzeiro Textual: Hermann Hesse (…) Na poesia como na prosa, Hermann Hesse, suíço (1877-1962) de língua alemã (Prêmio Nobel em 1946), mostrou-se permanentemente preocupado com a busca de um sentido para a vida, levando-o essa busca a… Continue reading

  • Pré-Lançamento: Antologia reúne 46 autores

    A editora Livres Pensadores e Beto Queiroz – Vida Modo de Usar Cultural lançam Antologia de poemas e contos. Continue reading

    Pré-Lançamento: Antologia reúne 46 autores
  • Hildegard de Bingen: uma vida sob o sopro de Deus (1)

    Santa Hildegard de Bingen: mulher, espiritual, intelectual e visionária. Doutora da Igreja…”uma das mais notáveis figuras femininas da história do Cristianismo” (Bento xvi). Continue reading

    Hildegard de Bingen: uma vida sob o sopro de Deus (1)
  • Às Raízes, leitores!

    Se a Poesia não nos salvar, Bodrum quem sabe? Continue reading

    Às Raízes, leitores!
  • Jamais dê todo o coração

    “And who could play it well enough If deaf and dumb and blind with love?” William Butler Yeats (1865 – 1939). Tradutor: Wagner Schadeck. Continue reading

  • Poesia em Raízes Cultural

    António Machado (1875-1939), Continue reading

    Poesia em Raízes Cultural
  • Prudência e Intuição

    Na fila de leitura, com certeza. Cheguei a manusear o alentado volume na Liv Cultura, mas deixei pra depois da história da vida de Júlio Mesquita (By J. Caldeira). Continue reading

  • Lua sobre o meu jardim (2)

    “O piano bate a janela. Que horas são agora, bela?” (As litanias da Lua, J. Laforgue, revisitadas). Continue reading

    Lua sobre o meu jardim (2)
  • Imortal Jorge de Lima, apesar de a Academia achar que não!

    LEIA-SE, dizia Manuel Anselmo em 1939, no Ensaio de Interpretação Crítica sobre A Poesia de Jorge de Lima: Poema “Acendedor de Lampiões”, do livro XIV Alexandrinos (1907) O ACENDEDOR DE LAMPIÕES **************************************** Lá vem o acendedor de lampiões de rua!… Continue reading

    Imortal Jorge de Lima, apesar de a Academia achar que não!