Lua sobre o meu jardim (2)


“O piano bate a janela.
Que horas são agora, bela?”
(As litanias da Lua, J. Laforgue, revisitadas).

Leveza e Esperança

Jules Laforgue  – A primeira referência a Laforgue de que me lembro como “marcante” foi mesmo em um livro do melhor novo ficcionista jovem (!) do Brasil – Sr. Alexandre Soares Silva, também conhecido como Lord Ass. Como sou francófono desde a adolescência, a minha curiosidade poética por JL prosseguiu – até porque não me lembro de nenhum verso dele apresentado por meus prof’s na Alliance Française – , e essa curiosidade virou uma busca só resolvida em Google Livros. Complainte de la Lune_Laforgue
(Já adquiri o meu volume de Litanias pela Estante Virtual, pois a edição está esgotada em livrarias).
Eu me pergunto como é que que um jovem nascido na América Latina (Montevidéo, Uruguai – como Isidore Ducasse, “Comte de Lautréamont”), em 1860, expressando-se na língua de Molière (com espanholismos aqui e ali – vide ensaio de Lisa Block de Bear, “JL Uma Figura Uruguaia”) conseguiu influenciar tanta…

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