Escritores Católicos Franceses
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Léon Bloy (I)
« Le tissu léger de son langage, qui laissait voir les formes pures de sa pensée, n´était presque rien de plus qu´un rappel constant des humbles choses de la nature qu´elle avait pu voir » Fonte: Léon Bloy, La Femme… Continue reading
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François Mauriac, aos jovens do Grand Lebrun
“…o ensinamento que vocês recebem aqui, não não é o que se ensina aqui, mas sim o murmúrio em seus ouvidos dos cimos tormentosos do parque, neste lamento ao qual vocês quase não dão atenção hoje, mas que voltarão a… Continue reading
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Parentesco espiritual, segundo Bloy
“Ma chère Madeleine (…) Les personnes habituées uniquement aux impressions et aux jugements vulgaires ne peuvent concevoir que la parenté de la chair, la proximité visible. Il y a bien autre chose pourtant. Il y a la parenté spirituelle qui… Continue reading
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Recebi “o Peregrino do Absoluto” (Bloy)
Livro antigo, emoção nova. Uma alegria quase infantil me inundou o coração nessa tarde: chegaram minhas mais recentes aquisições pela Estante Virtual. Ei-los, velhinhos, mas atuais em conteúdo. Léon Bloy é grande! E o livro gasto pelo tempo [da ed.… Continue reading
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Bernanos no Brasil (I)
Enquanto preparo um artigo intitulado “Presença e Permanência de Bernanos”, em que busco resposta a uma questão de Juan Asensio, vou anotando leituras ao longo da caminhada. Em um passeio matinal, minha mulher me surpreende com outra pergunta mais simples:… Continue reading
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Sob o domínio da Esperança
“Ces prophètes de malheur [Bloy et Bernanos] écrivent sous la dictée de la petite fille Espérance“ (Pierre-Robert Leclerq, d´après Juan Asensio). Continue reading
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Ano da França no Brasil (2009)
Mes chers amis, Como não pauto este blog pelo noticiário, em geral estou `atrasado´ das manchetes e entre os últimos a saber das últimas. E assim, para compensar, talvez, pois, assim mesmo, se eu fosse tão animado como o colunista… Continue reading
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Green light?
Eu me interessei por Julien Green através de um poema de Bruno Tolentino. Só agora posso dar minha gratuita concordância poética com os versos citados, confessando certo mal-estar que a leitura me causou até agora: “…mas foi Julien Green quem… Continue reading