Posts mais recentes
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Petite prose en poème
No passado, eram petites poemes en prose; Agora, é isso – “It’s a little poetic post” : imperdível! Continue reading
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Les souvenirs d´Apollinaire
Cors de Chasse Hunting Horns Notre histoire est noble et tragique Comme le masque d´un tyran Nul drame hasardeux ou magique Aucun détail indifférent Ne rend notre amour pathétique Et Thomas de Quincey buvant L´opium poison doux et chaste A… Continue reading
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“Anamnese” de Eric Voegelin, em português
A Editora É Realizações lançou, recentemente, a edição brasileira de “Anamnese”, de Eric Voegelin, tradução de Elpídio Mário Dantas Fonseca. Esta é a versão completa de Anamnese, captando a integridade total da visão de Voegelin e se constitui em obra… Continue reading
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Invertebrado: dicionário diferente
Link especial: pra lá de engraçado, com um viés histórico e literário, sob a égide de Jean Cocteau, Ambrose Bierce e Samuel Johnson. Informação e diversão garantidas. Continue reading
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Magia magiar
Em Magia Magiar, posfácio a Canção Antes da Ceifa (1990), Nelson Ascher diz: “Em 1973 eu tinha 15 anos e Petöfi 150. Ou melhor: a Hungria, terra natal de meus pais – os Ascher, ao que consta, chegaram àquele país… Continue reading
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Seguindo o conselho de Bento XVI
Proposta do Papa, resumida por Zenit com a frase lapidar “reze, trabalhe… e leia” de São Bento de Nursia e retomada por Bento XVI. Bento XVI apresentou em um lema a chave para voltar a humanizar a sociedade e a… Continue reading
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Celebrando o trabalho
Eu quase não falo neste espaço sobre meu trabalho, mas essa é uma data que merece. Como sócio de uma empresa de tecnologia, sinto-me muito feliz por participar da comemoração dos 20 Anos. Nossa empresa: sócios, nossos clientes e colaboradores… Continue reading
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Emily Dickinson, 20/100*
Our lives are Swiss – So still – so Cool – Till some odd afternoon – The Alps neglect their Curtains – And we look farther on! Italy stands the other side! While like a guard between – The solemn… Continue reading
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Ausência*
Desde então só Desde então, só Tristeza em pó E agora no limite da dor Atingindo a leveza do ser Só mesmo assim ausência – Se define como não-Amor. ©Poemas do Autor, Adalberto Queiroz. 2007. Continue reading
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Há que se guardar respeitoso silêncio…
Enquanto guardo o silêncio do luto, diante das perdas que o acidente aéreo infligiu à amizade franco-brasileira, retomo e lhes deixo este poema de Emily Dickinson e uma canção de Yves Duteil. Continue reading
