Literatura
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Edmond Jabès (3.1)
Mais uma citação do “Livro das Perguntas”, do qual ainda não encontrei tradução em português e nem ouso fazê-la. Que os amigos francófonos aproveitem e, espero, gostem tanto quanto eu gostei: “Yukel, tu as toujours été mal dans ta peau,… Continue reading
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Fechado para Balanço (II)
MINHAS MELHORES LEITURAS em 2011: A de A.C. Villaça, que continuo lendo sem cansar: “O Pensamento Católico no Brasil” (livro que resgata o melhor da inteligência Católica de nosso país) e outros livros, citados ou não neste blog; e, a… Continue reading
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Fechado para Balanço (II)
MINHAS MELHORES LEITURAS em 2011: A de A.C. Villaça, que continuo lendo sem cansar: “O Pensamento Católico no Brasil” (livro que resgata o melhor da inteligência Católica de nosso país) e outros livros, citados ou não neste blog; e, a… Continue reading
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Poetas da minha vida
Lendo um blog sobre poesia me ocorreu de iniciar uma série sobre poetas que li e gostei ao longo dos meus 56 anos. http://bit.ly/vU09PG Rimbaud bio Prosa do mundo? O espanhol Cervantes, o luso Camões (oops! poesia+prosa =invenção da… Continue reading
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Encontrando a Idade Média (I)
Alertado por Franklin de Oliveira, no prefácio de “Literatura e Civilização”, comecei há alguns anos a empreender uma busca que me levou a compreender que “a Idade Média…não foi, de forma alguma, a Dark Ages inventada pelos historiadores liberais do… Continue reading
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Encontrando a Idade Média (I)
Alertado por Franklin de Oliveira, no prefácio de “Literatura e Civilização”, comecei há alguns anos a empreender uma busca que me levou a compreender que “a Idade Média…não foi, de forma alguma, a Dark Ages inventada pelos historiadores liberais do… Continue reading
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Transcrições do Hipérion (1)
Meu Caro! O que seria a vida sem esperança? Uma centelha que salta da brasa e se extingue, uma rajada de vento que se ouve na estação sombria do ano, que passa zunindo num instante e depois se perde, será… Continue reading
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Transcrições do Hipérion (1)
Meu Caro! O que seria a vida sem esperança? Uma centelha que salta da brasa e se extingue, uma rajada de vento que se ouve na estação sombria do ano, que passa zunindo num instante e depois se perde, será… Continue reading
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Sobre um poema de Quintana
“…rãzinha verde….tu nem sabesquanto foi o bemque eu quis ao te encontrar…” |(Mário Quintana) Passeando pelo livrodo Quintana encontroum riozinho ou sangaclara através d’onde: Vejo que ler é caminharatravés de florestainsondável por Outroconcebida… A minh’Alma ia adoçandocom carinho os poeminhasgrandes… Continue reading