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Emily Dickinson (quase 100 poemas)
The Sky is low – the Clouds are mean.A Travelling Flake of SnowAcross a Barn or through a RutDebates if it will go – A Narrow Wind complains all DayHow some one treated him.Nature, like Us is sometimes caughtWithout her… Continue reading
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Transcrições do Hipérion (1)
Meu Caro! O que seria a vida sem esperança? Uma centelha que salta da brasa e se extingue, uma rajada de vento que se ouve na estação sombria do ano, que passa zunindo num instante e depois se perde, será… Continue reading
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Transcrições do Hipérion (1)
Meu Caro! O que seria a vida sem esperança? Uma centelha que salta da brasa e se extingue, uma rajada de vento que se ouve na estação sombria do ano, que passa zunindo num instante e depois se perde, será… Continue reading
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Retomando a leitura de Emily Dickinson
Exultation is the goingOf an inland soul to sea,Past the houses – past the headlands –Into deep Eternity – Bred as we, among the mountains,Can the sailor understandThe divine intoxicationOf the first league out from land? xxxxxx-xxxxxxxx-xxxx Exultação há de… Continue reading
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Leituras do feriado republicano
Por ora, só a alegria de compartilhar o que me ocupa no feriadão da República.E claro, me pergunto se alguém em sã consciência ainda se lembraria de saudar a velha dama – principalmente entre nós entusiastas da Monarquia (e parte… Continue reading
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Sobre um poema de Quintana
“…rãzinha verde….tu nem sabesquanto foi o bemque eu quis ao te encontrar…” |(Mário Quintana) Passeando pelo livrodo Quintana encontroum riozinho ou sangaclara através d’onde: Vejo que ler é caminharatravés de florestainsondável por Outroconcebida… A minh’Alma ia adoçandocom carinho os poeminhasgrandes… Continue reading
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Rezando com os poetas (1)
VEM DE FRANKLIN DE OLIVEIRA as citações que me inspiram nessa tarde quente de início de feriadão: “Louvado seja N.S. Jesus Cristo E a mãe dele – Nossa Senhora, minha madrinha. Louvado seja o que é d’Ele e d’Ela vem:… Continue reading
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Mirada da Janela de esquina do meu primo, E.T.A. Hoffmann
Num desses dias de insônia, provavelmente causada pelo desassossego que me traz a campanha política 2010 no Brasil, eis que reencontro o livrinho de E.T.A. Hoffmann. [Agradeço ao Janela de Esquina amigo que tenta corrigir a fórmula que adotei por… Continue reading
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Emily Dickinson, “sumptuous destitution”(*)
Success is counted sweetest Vencer parece mais doce By those who ne’er succeed. Àqueles que nunca vencem, To comprehend a nectar Melhor saboream um néctar Requires sorest need Os que na sede esmorecem Not one of all the purple Host… Continue reading
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Emily Dickinson, “sumptuous destitution”(*)
Success is counted sweetest Vencer parece mais doce By those who ne’er succeed. Àqueles que nunca vencem, To comprehend a nectar Melhor saboream um néctar Requires sorest need Os que na sede esmorecem Not one of all the purple Host… Continue reading

