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  • Meditação libertadora ou la douce pitié de Dieu

    UMA PESSOA um dia me fez pensar sobre “A consciência da finitude” – Sein zum Tode – dissera. E se me deixo pautar por aquela pessoa é porque seus textos em geral são muito bons, do jeito mais simples que… Continue reading

  • Sábado é dia de jazz…with Emily Dickinson

    My dear friends, deste poema não tenho tradução. E Que os machistas me perdoem, mas que não gostaria de ouvir tais palavras da boca (ou pena) de sua amada? (acho que só a Associação dos Machões Mineiros, sic!!) WILD nights,… Continue reading

  • Sábado é dia de jazz…with Emily Dickinson

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  • Emily Dickinson: não viverei em vão…

    If I can stop one Heart from breaking – I shall not live in vainIf I can ease one Life the achingOr cool one Pain Or help one fainting RobinUnto his Nest againI shall not live in vain.         * … Continue reading

  • Emily Dickinson: não viverei em vão…

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  • Ao modo de São João da Cruz

    Nessa noite indormida, tão só e insone Penso na fragilidade humana de sempre Elaborando que difícil é a alma na trempe: Sem rimas, sem versos exatos – alone! Eu tão só encontro na imagem socorro De Nossa Senhora: o meu… Continue reading

  • Ao modo de São João da Cruz

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  • Será que essa marcha segue adiante?

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  • Anton Bruckner (2)

    O crítico Franklin de Oliveira escreveu sobre a obra de Bruckner alguns comentários que são decisivos para quem quer conhecer ou já conhece (e ama) A. Bruckner. O texto de Franklin é uma ode a 5a. Sinfonia. Em “A Fantasia… Continue reading

    Anton Bruckner (2)
  • Dito e não ouvido (1)*

                  Eu, perdido como sempre no meio de centenas Pessoas: eu no paraíso de uma Varzim nova Tão próximo e tão distante das antenas Da raça. Eu, um só na moderna Póvoa. Nós: porcelana… Continue reading