Literatura, Romance

Henry James (i)


Diversão e prazer na leitura. A melhor síntese pra quem está na pág. 90, é essa:

A taça dourada
A taça dourada

O romancista Thomas Hardy, contemporâneo de James, dizia que ele tinha uma maneira particular de ´dizer nada em frases infinitas´. A prosa de James é, por contraditório que isso seja, um prazer exasperante.

(Jerônimo Teixeira)
Para os apaixonados pelo escritor “americano por acaso” (como diz a apaixonada leitora Carla Silva), recomendo que leia mais sobre HJ no ex-blog da Claire, de onde extraí essas amostras:

I – Sempre afirmei que Henry James era estadunidense por acidente, por assim dizer; que seu estilo, sua elegância, eram muito visíveis, marcantes, e portanto mais ingleses do que americanos (estes, entre as suas muitas qualidades, não contam a elegância). Esquecia-me, ou não pesei como deveria, o amor de Henry James aos escritores franceses como Balzac.

II – Nove Razões para amar Henry James.

2 thoughts on “Henry James (i)”

  1. Muita gentileza a sua, Beto. Agradeço a lembrança. O blog, que por varias razões abandonei, era um dos portos seguros para me lembrar de que Arte – em especial a Literatura é que faz a vida diária valer o esforço – ela, e as pessoas que Deus nos dá para amarmos.

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