Adalberto de Queiroz

  • Leia Cadernos de Sizenando

    Leia Cadernos de Sizenando, poemas e crônicas. Alumbramento; poesia mística e dicção própria. Continue reading

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  • Poema–nova safra

    I Conceder à palavra o silênciopara daí colher mais eficácia;e assim procedendo ouvidos moucos – falares inconsequentes; intermináveisalgaravias; ruidosos parlatórios – silenciam. Dar-se a si mesmo silêncio:– por que não me calo!? Quiet and calm ouvir a voz interiorfeito ouvisse… Continue reading

  • Poema–nova safra

    I Conceder à palavra o silênciopara daí colher mais eficácia;e assim procedendo ouvidos moucos – falares inconsequentes; intermináveisalgaravias; ruidosos parlatórios – silenciam. Dar-se a si mesmo silêncio:– por que não me calo!? Quiet and calm ouvir a voz interiorfeito ouvisse… Continue reading

  • Imortal Jorge de Lima, apesar de a Academia achar que não!

    LEIA-SE, dizia Manuel Anselmo em 1939, no Ensaio de Interpretação Crítica sobre A Poesia de Jorge de Lima: Poema “Acendedor de Lampiões”, do livro XIV Alexandrinos (1907) O ACENDEDOR DE LAMPIÕES **************************************** Lá vem o acendedor de lampiões de rua!… Continue reading

    Imortal Jorge de Lima, apesar de a Academia achar que não!
  • Poemas do Autor no projeto Poesia Falada (SounCloud)

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    Poemas do Autor no projeto Poesia Falada (SounCloud)
  • Seis poemeus em Oficina Poética – do Diário da Manhã, Goiânia 16.08.2015

    Na página “Oficina Poética“, de Elizabeth Caldeira Brito, no Diário da Manhã, Goiânia, 16-08-2015. Continue reading

    Seis poemeus em Oficina Poética – do Diário da Manhã, Goiânia 16.08.2015
  • Garimpando em Notegraphy (IV)

    ENTRE PALAVRAS cavando o mineral do verso claro e nas correntes da história de funda bateia armado – nas minas, à meia distância entre a pepita e o veio comum da fala entre palavras, Sizenando. Continue reading

    Garimpando em Notegraphy (IV)
  • Projeto Poesia Falada (JORGE DE LIMA)

    POEMA 22 ******** Veio um dia, de qualquer solidão, o raro amigo – duplo de mim – o poeta. Eu já o havia pressentido e esperado mas ninguém tinha me dito que era ele. Entretanto é um homem tatuado, de… Continue reading

  • Poemeu em Notegraphy

    ÉS SONHOS, poema de Cadernos de Sizenando, vol. I. Continue reading

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  • Poemando em Notegraphy

    POESIA FALADA (1) ***** De Cadernos de Sizenando – poemas e crônicas, Goiânia: Kelps, 2014. Continue reading

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