Posts mais recentes
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Dia dos Namorados na América
Valentine’s Day 2017 Mesmo com a advertência de Drummond na memória (“Não faças versos sobre acontecimentos“), ousei um poema para minha musa, neste Valentine’s Day in USA. Confira, caro(a) leitor(a). AQ./. Plantation, Florida, US, 14th, Feb/2017. Continue reading
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Sobre Diogo Rosas G
Continuando a série de leituras sobre a novíssima literatura feita no Brasil, apresento artigo sobre o livro de DIOGO ROSAS G. divulgado em Opção Cultural, caderno dedicado à Cultura no Jornal Opção, Goiânia, ed. 2170, 13.02.2017. Para ler o artigo, clique… Continue reading
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Poesia e profecia
Poesia e profecia, draft de poemas do novo livro de Adalberto de Queiroz. Continue reading
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A gênese de um livro (II)
Os decapitados* (c)Adalberto de Queiroz Eles vêm ao acaso de todos os cantos do mundo – serão os algozes Atenderam o chamado, às dezenas, depois às centenas; ao fim, milhares Tantos assim que por último não havia onde as cabeças… Continue reading
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A gênese de um livro (I)
Esqueça o Poema (1) Continue reading
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Orientação aos cristãos…
A melhor orientação vem dos Teólogos e Pais da Igreja. Um artigo que merece ser republicado, retirado do blog “O Camponês” (2014) do meu amigo Sergio de Souza . O autor do texto é Antonio Donato P. Rosa, autor de “A Educação,… Continue reading
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A respeito de “Descolagens”, poemas de Salomão Sousa (1)
Publicado originalmente em Literatura Goyaz: EIS-NOS diante de um pequeno grande livro de um poeta no pleno domínio de seu ofício. Importa começar pelo título. Sabe-se que “des·co·la·gem (descolar + -agem) é substantivo feminino. 1. .Ato ou efeito de descolar o que… Continue reading
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Poemas de esperança (V)
Se toda lua é atroz; se todo sol, amargo o que seria de ti, oh triste caminhante desse destino com o peso do desencargo trazido às costas? sulcas o solo e avante Continue reading
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Poemas de esperança (memorial)
Goyaz (1) No outono da vida o sol do cerrado seca as mesmas sementes — sol a pino: sementes de abóbora comidas assadas coisas de antanho com igual desatino. Cajá-manga devorado com sal, à sexta hora o gosto arcaico na… Continue reading
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Um “serpentário de erros”
JORGE DE LIMA em seu testamento poético criou uma longa “biografia épica” e recriou-se como poeta, na pele de um insular da poesia de nosso hemisfério Canto I, 1 Um barão assinalado sem brasão, sem gume e fama cumpre apenas… Continue reading
