Poemas do autor
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Poema de Natal
Natal, 2016 Vendo piscantes luzes à vitrine exposta, à véspera do Natal de Jesus; acende-se em mim de pronto este mortal desgosto do falso brilho emanado dessa luz. Não há nesses presentes ouro, incenso e mirra. Sábios de bom gosto;… Continue reading
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Drafts de poemas (xii)
Chuva feito enxame de abelhas – à memória de yêda schmaltz, I chuva feito enxame de abelhas que sobrevoam – e querem enxotar – tomba em tons e sobretons, como se sob o zinco houvessem. sobre o teto de minha… Continue reading
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Caderno de rascunhos (draft xxvii)
O Tarol* I Minha memória musical alhures em remota escola toca tarol na banda marcial e clama o direito de parola. A sonoridade perdida, inclusive nos poemas; – Mas jamais si desirée’ – “…de la musique avant toute chose; et pour… Continue reading
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Da série “mexicanas” (iii)
Mexicanas (3) – Crônica – Poema em prosa. ERA UMA VEZ uma menina e seus pais e um viajante – um homem na casa dos seus sessent’anos e alma de menino, doravante “Caminhante”. Entraram na mesma van que os levaria… Continue reading
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Da série canções mexicanas (iv)
MEXICANAS (4) Cantar uma canção que seja pura umidade Abolir o seco do cerrado com água do mar. O canto assim reproduzido na seca tarde: um por ter vivido e outro por se fabricar. Eis o mister do que se… Continue reading
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Caderno de rascunhos poéticos (2)
Mexicanas (1) ************ Deito-me com a água Ela me envolve e acaricia Feito nuvem à montanha – pelagem de lhama em cordilheira. Deito-me com a água Ela me exalta – dedo de um deus Na corredeira: Sábio riacho. Deito-me com… Continue reading
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Caderno de rascunhos (1)
O temor ao Grifo “…encolhe-se o animal nas entrelinhas, … Continue reading
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Para ler na Quaresma
Por vezes penso em Ti Ou: Tua dor assim sentida Ao pensar no Teu Sacrifício repito: não há suplício igual a essa dor – símile, impingida. HḠentanto, uma alegria em tamanha dor sentida. Mesmo o pagão, incréu,… Continue reading
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Diários de um solitário
Livro I Quando do amor estiver sedento, O peito dorido, a alma em pranto À lágrima cede o cenho franco. Só e triste deve o ser vivente De todos fugir; em busca da prece Do caminhar solitário; ausente. Distante de todos… Continue reading
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No mínimo…#28
o espaço* *Adalberto de Queiroz, Cadernos de Sizenando, vol. II, 2016. Continue reading







