Catolicismo, Enofilia, Roger Scruton, santo Agostinho

Eu bebo, logo existo ou: Roger Scruton é o filósofo do século XXI


Meu amigos,
Como estou bebendo cerveja (e não vinho, como é o comum de minha prática), este post será bem curto.
Um gole rápido em meio à tarde quente de Goiânia. Bebo, logo existo, buscando a moderação.
Graças ao meu filósofo predileto neste novo séculoRoger Scruton Mr. Roger Scruton, começo a refletir sobre vinhos com uma nova mirada, depois de ler o seu livro em referência: Livro do Scruton_Idrink
I drink, Therefore I Am…
  (o livro desta foto está disponível em todas as boas livrarias americanas).

Prometo trazer trechos do livro em pequenas doses. Bebam da boa fonte de Roger Scruton:

There are two Sr. Augustines – the self-doubting soul revealed in “The Confessions”, and the humble servant of God, weighed down by certainties, who wrote the ‘De Trinitate’ and the ‘City of God’. With the first a glass of the local Carthaginian would be appropriate, but since it is no longer exported you could do worse than to replace it with a Moroccan Cabernet Sauvignon. There is an excellent one grown in Meknès, bottled in France, and sold under the Bonassia label by Oddbins. The ‘City of God’ requires many sittings, and I regard it as one of the rare occasions when a drinking person might have legitimate recourse to a coll glass of lager, putting the book to one side just as sonn as the glass of finished.”

Assim começo a entender porque dizemos: eu ‘bebo uma pro Santo’. E Viva Sto. Agostinho!”.

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