Ser Humano

O homem, ser uno.^Soma^+Psyche+Sárks = Ser Humano.
A diferença é o % da atenção que damos a cada uma dessas partes.

Um tempo Cinzento: Brasil 2014–a transparência do Mal…Misererê!

Com Licença Poética, eis que se anuncia a lucidez da poetisa mineira Adélia Prado!
A seguir, neste link, veja a entrevista completa de dona Adélia Prado: é lucidez de Poeta-Profeta!

ADÉLIA nos alerta que estamos vivendo “um tempo cinzento… em que o Mal está em toda parte, por todo canto dos poderes do Brasil e isso gera um país triste…

“Nós estamos vivendo um momento muito esquisito, um momento muito triste. É uma ditadura disfarçada. Não me sinto em um país democrático. (…) Na ditadura (militar) nós estávamos mais vivos do que estamos agora.”

“Eu não me sinto vivendo numa democracia” (Adélia Prado).
“Ai, a ausência de Qualidade do nosso Parlamento…”

Sobre a omissão dos intelectuais, ditos de esquerda: “Os intelectuais estão ausentes… os ditos artistas, intelectuais de esquerda…essas pessoas se calaram”.
”Os que faziam o panegírico
do PT, não tiveram a humildade de dizer: ERRAMOS!”
O País está naquele estágio em que Jean Braudillard chamava de
transparência do Mal”…
Ele, o Mal, está por toda a parte, em todos os poderes da República, na vida do país.

Vivemos num país que é como “comida envenenada”.
“Isso tudo me dá uma ‘aflição danada’…”

Será que só a Poetisa sente isso?

A banalidade do Mal tirou da República sua face alegre…
Talvez por isso mesmo as bandeiras verde-amarelas não tremulam a 25 dias da Copa do Mundo.

A honestidade intelectual e a coragem desta poetisa mineira já vem de longe, no livro de estréia:

“Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.”

(Com Licença Poética, Adélia Prado)

Um desabafo tão lúcido assim tem a ver com um tema histórico, recorrente na história da humanidade: a banalidade do Mal.

Um tempo Cinzento: Brasil 2014–a transparência do Mal…Misererê!

Com Licença Poética, eis que se anuncia a lucidez da poetisa mineira Adélia Prado!
A seguir, neste link, veja a entrevista completa de dona Adélia Prado: é lucidez de Poeta-Profeta!

ADÉLIA nos alerta que estamos vivendo “um tempo cinzento… em que o Mal está em toda parte, por todo canto dos poderes do Brasil e isso gera um país triste…

“Nós estamos vivendo um momento muito esquisito, um momento muito triste. É uma ditadura disfarçada. Não me sinto em um país democrático. (…) Na ditadura (militar) nós estávamos mais vivos do que estamos agora.”

“Eu não me sinto vivendo numa democracia” (Adélia Prado).
“Ai, a ausência de Qualidade do nosso Parlamento…”

Sobre a omissão dos intelectuais, ditos de esquerda: “Os intelectuais estão ausentes… os ditos artistas, intelectuais de esquerda…essas pessoas se calaram”.
”Os que faziam o panegírico
do PT, não tiveram a humildade de dizer: ERRAMOS!”
O País está naquele estágio em que Jean Braudillard chamava de
transparência do Mal”…
Ele, o Mal, está por toda a parte, em todos os poderes da República, na vida do país.

Vivemos num país que é como “comida envenenada”.
“Isso tudo me dá uma ‘aflição danada’…”

Será que só a Poetisa sente isso?

A banalidade do Mal tirou da República sua face alegre…
Talvez por isso mesmo as bandeiras verde-amarelas não tremulam a 25 dias da Copa do Mundo.

A honestidade intelectual e a coragem desta poetisa mineira já vem de longe, no livro de estréia:

“Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.”

(Com Licença Poética, Adélia Prado)

Um desabafo tão lúcido assim tem a ver com um tema histórico, recorrente na história da humanidade: a banalidade do Mal.

Eu bebo, logo existo ou: Roger Scruton é o filósofo do século XXI

Meu amigos,
Como estou bebendo cerveja (e não vinho, como é o comum de minha prática), este post será bem curto.
Um gole rápido em meio à tarde quente de Goiânia. Bebo, logo existo, buscando a moderação.
Graças ao meu filósofo predileto neste novo séculoRoger Scruton Mr. Roger Scruton, começo a refletir sobre vinhos com uma nova mirada, depois de ler o seu livro em referência: Livro do Scruton_Idrink
I drink, Therefore I Am…
  (o livro desta foto está disponível em todas as boas livrarias americanas).

Prometo trazer trechos do livro em pequenas doses. Bebam da boa fonte de Roger Scruton:

There are two Sr. Augustines – the self-doubting soul revealed in “The Confessions”, and the humble servant of God, weighed down by certainties, who wrote the ‘De Trinitate’ and the ‘City of God’. With the first a glass of the local Carthaginian would be appropriate, but since it is no longer exported you could do worse than to replace it with a Moroccan Cabernet Sauvignon. There is an excellent one grown in Meknès, bottled in France, and sold under the Bonassia label by Oddbins. The ‘City of God’ requires many sittings, and I regard it as one of the rare occasions when a drinking person might have legitimate recourse to a coll glass of lager, putting the book to one side just as sonn as the glass of finished.”

Assim começo a entender porque dizemos: eu ‘bebo uma pro Santo’. E Viva Sto. Agostinho!”.

Eu bebo, logo existo ou: Roger Scruton é o filósofo do século XXI

Meu amigos,
Como estou bebendo cerveja (e não vinho, como é o comum de minha prática), este post será bem curto.
Um gole rápido em meio à tarde quente de Goiânia. Bebo, logo existo, buscando a moderação.
Graças ao meu filósofo predileto neste novo séculoRoger Scruton Mr. Roger Scruton, começo a refletir sobre vinhos com uma nova mirada, depois de ler o seu livro em referência: Livro do Scruton_Idrink
I drink, Therefore I Am…
  (o livro desta foto está disponível em todas as boas livrarias americanas).

Prometo trazer trechos do livro em pequenas doses. Bebam da boa fonte de Roger Scruton:

There are two Sr. Augustines – the self-doubting soul revealed in “The Confessions”, and the humble servant of God, weighed down by certainties, who wrote the ‘De Trinitate’ and the ‘City of God’. With the first a glass of the local Carthaginian would be appropriate, but since it is no longer exported you could do worse than to replace it with a Moroccan Cabernet Sauvignon. There is an excellent one grown in Meknès, bottled in France, and sold under the Bonassia label by Oddbins. The ‘City of God’ requires many sittings, and I regard it as one of the rare occasions when a drinking person might have legitimate recourse to a coll glass of lager, putting the book to one side just as sonn as the glass of finished.”

Assim começo a entender porque dizemos: eu ‘bebo uma pro Santo’. E Viva Sto. Agostinho!”.