dezembro 2010

  • Natividade

    Em meio à noite, eu me recordo das palavras de um velho escritor português e seu tom arcaico, pronunciado em crônica datada de 1886, a frase não me chega inteiramente como deve ser agora lembrada aos leitores: “…Dia seguido a… Continue reading

  • Um rio chamado Emily

      My River runs to thee – Meu rio corre até ti: Blue Sea! Mar azul. Aceitas-me? My River waits reply – Meu rio espera resposta. Oh Sea – look graciously – Ó mar, vê se me gostas. I’ll fetch… Continue reading

  • Fluminense, campeão Brasileiro 2010. Ou: quem espera sempre alcança!

    Como se sabe, o Fluminense se sagrou Campeão do Brasileirão 2010. A crônica esportiva se ocupou de noticiar tudo que pudesse ser relevante do ponto de vista do ludopédio. Eu que me ocupo de artes outras, não esqueço minha paixão… Continue reading

  • Fluminense, campeão Brasileiro 2010. Ou: quem espera sempre alcança!

    Como se sabe, o Fluminense se sagrou Campeão do Brasileirão 2010. A crônica esportiva se ocupou de noticiar tudo que pudesse ser relevante do ponto de vista do ludopédio. Eu que me ocupo de artes outras, não esqueço minha paixão… Continue reading

  • Emily Dickinson (quase 100 poemas)

    The Sky is low – the Clouds are mean.A Travelling Flake of SnowAcross a Barn or through a RutDebates if it will go – A Narrow Wind complains all DayHow some one treated him.Nature, like Us is sometimes caughtWithout her… Continue reading

  • Transcrições do Hipérion (1)

    Meu Caro! O que seria a vida sem esperança? Uma centelha que salta da brasa e se extingue, uma rajada de vento que se ouve na estação sombria do ano, que passa zunindo num instante e depois se perde, será… Continue reading

  • Transcrições do Hipérion (1)

    Meu Caro! O que seria a vida sem esperança? Uma centelha que salta da brasa e se extingue, uma rajada de vento que se ouve na estação sombria do ano, que passa zunindo num instante e depois se perde, será… Continue reading