Poesia
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Achados & Perdidos (3)
A baliza da sílaba (G.M.M) Saudades de um amigo que se expressa em palíndromas. Saudades de muitos amigos, que fiz neste “mar de conhecimento compartilhado” que é a Web. Eu, o incapaz de encontrar uma só e completa dessas pérolas… Continue reading
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Da série ´Post Perdidos (3)`
Terça-feira, Agosto 3 As aflições do Poeta Autor: Adalberto de Queiroz. Para Marcos Caiado, com minha Amizade.* Ah, , Que Nossa Senhora te proteja E São José te livre de pronto Dessa estranha mão que apedreja: – Será de Amor,… Continue reading
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W.B. Yeats (2)
To The Rose Upon The Rood Of Time Red Rose, proud Rose, sad Rose of all my days! Come near me, while I sing the ancient ways: Chuchulain battling with the bitter tide; The Druid, grey, wood-nurtured, quiet-eyed, Who cast… Continue reading
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W.B. Yeats (I)
The Coming of Wisdow with Time Though leaves are many, the root is one; Through all the lying days of my youth I swayed my leaves and flowers in the sun; Now I may wither into the truth. +++++ Com… Continue reading
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Festa do Batismo de Cristo
Batismo, Piero Della Francesca, National Gallery, Londres. (c)Corbis Images. 21* Se Ucello foi o lúdico profeta do mundo-como-idéia, o redentor da luz às cegas neste mundo em flor foi o velho Piero, o anacoreta de retorno à cidade por amor.… Continue reading
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Palavra ao poeta…Bruno Tolentino
O vulto na Ladeira* (Poema de Bruno Tolentino) Encontro Jorge de Lima na virada da ladeira do Mosteiro de São Bento; como os braços do Cruzeiro, cruzamo-nos já lá em cima, um descendo, o outro subindo; vejo-o estender-me a mão… Continue reading
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Terapia da palavra
Tomo de empréstimo a expressão-título deste post à Alma, médica e amiga de primeira hora (na Web) que dá a receita apropriada a esta hora. Achei na receita de Alma um bem parecido ao da vasta teoria do psiquiatra judeu Victor… Continue reading
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Poema de Gerardo Mello Mourão
ENDEREÇO* O poeta não tem endereço senhor de senhorio e usufruto do tempo mora na cabana da sílaba onde anoitece o verso – ali onde triunfa algum dissílabo funda a morada.Mora nas cidreiras de Catarina depois nas touceiras de violeta… Continue reading
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A França vista do mais alto posto da poesia brasileira
GALICISMOS D´ALMA Poema de Bruno TOLENTINO. I Camus foi meu pior entusiasmo, Claudel minha melhor desilusão, Rimbaud a minha própria confusão e Baudelaire o meu primeiro orgasmo. Mallarmé me deixava um tanto pasmo, mas fiz minha primeira comunhão com Bernanos,… Continue reading
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Imaginação e vida
A minha vida me basta. É tão grande a imaginação humana e tão profunda a forma com que Deus nos revela seu Amor que não penso em personagens: só em mim e nos meus próximos, mas não desejo voltar a… Continue reading