Crítica Literária
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Uma Excursão Aventurosa
“A audácia de um leitor petulante muitas vezes é ajudada… …pela intuição divinatória que dá de graça ao atrevido a mesma revelação poética que só como recompensa de canseiras e pestana queimada o escrupuloso vem a conquistar. “ Augusto Meyer:… Continue reading
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Uma Excursão Aventurosa
“A audácia de um leitor petulante muitas vezes é ajudada… …pela intuição divinatória que dá de graça ao atrevido a mesma revelação poética que só como recompensa de canseiras e pestana queimada o escrupuloso vem a conquistar. “ Augusto Meyer:… Continue reading
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J.G. Merquior: Muriloscopia
[Ou: “O travo agridoce da Saudade.] J.G. MERQUIOR escreveu, em maio de 1978, aquele que considero o prefácio definitivo e, naturalmente, com um título tipicamente merquioriano: “Notas para uma Muriloscopia“. Ninguém melhor do que J. Guilherme poderia ter uma visão… Continue reading
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O ruído do século
Faz bastante tempo que o sr. H. Taine, de L´Academie Française escreveu palavras sábias sobre livros, viagens e pessoas. Relendo um volume da 3a. edição de 1903, da editora Hachette (“Derniers Essais/De C|ritique et D´Histoire), encontro esta pérola sobre os… Continue reading
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O ruído do século
Faz bastante tempo que o sr. H. Taine, de L´Academie Française escreveu palavras sábias sobre livros, viagens e pessoas. Relendo um volume da 3a. edição de 1903, da editora Hachette (“Derniers Essais/De C|ritique et D´Histoire), encontro esta pérola sobre os… Continue reading
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“Grande Sertão: Veredas” visto (e relido) na França*
Com este título, o único romance publicado por João Guimarães Rosa há 54 anos, o livro brasileiro continua apaixonando e desafiando leitores ao redor do mundo. Além do mérito de “superar o isolamento das literaturas ditas ‘pequenas’, como sublinha Otto… Continue reading
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“Grande Sertão: Veredas” visto (e relido) na França*
Com este título, o único romance publicado por João Guimarães Rosa há 54 anos, o livro brasileiro continua apaixonando e desafiando leitores ao redor do mundo. Além do mérito de “superar o isolamento das literaturas ditas ‘pequenas’, como sublinha Otto… Continue reading
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Mirada da Janela de esquina do meu primo, E.T.A. Hoffmann
Num desses dias de insônia, provavelmente causada pelo desassossego que me traz a campanha política 2010 no Brasil, eis que reencontro o livrinho de E.T.A. Hoffmann. [Agradeço ao Janela de Esquina amigo que tenta corrigir a fórmula que adotei por… Continue reading
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Paulo Hecker Filho (2)
“Sei que os fatos nos atravessam como a água aos campos – sumindo… Mas deixam atrás uma verde novidade, delícia dum momento, embora! delícia. “Cadernetas [em viagens]… são ladras da vida. “[se]só restar da vida o que ficou nas cadernetas,… Continue reading
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Paulo Hecker Filho (1)
Lendo com encantamento “A Alguma Verdade”. Enfim, encontro alguém que leu, entendeu e amou (1) Bloy, Schmidt, Jorge de Lima, Unamuno, Pascal, Scheler, Dostoievski, Gide, Otávio de Faria et beaucoup d´autres, entre nós, brasileiros… Um crítico que é difícil de… Continue reading
