“O homem se agita, mas Deus o conduz” (Fénélon) – Adalberto De Queiroz

De “O elogio do conservadorismo”, de João Camilo de Oliveira Torres, org. prof. Daniel Fernandes, via “O homem se agita, mas Deus o conduz” (François… – Adalberto De Queiroz

A graça da amizade – Jornal Opção

Amigos mais próximos sabem o que representa Jacques Maritain em minha caminhada espiritual, com seu Tomismo renovado e sua experiência de vida exemplar, que não é senão o que todos devemos fazer: seguir o exemplo de Cristo. A conversão de sua esposa Raïssa tem, como a minha, influxos das experiências do Outro e da aceitação da Graça divina. Afinal, como diz um dos personagens do livro de memórias de Raïssa Maritain, “A Graça é a parte de Deus; o desejo da Graça é a minha parte”.

De Berson a Bloy, passado por todo o ensino que a Amizade pode conter

Capa do livro de Raïssa Maritain

Devo muito ao livro “As grandes amizades[i]” de autoria de Raïssa Maritain e o recomendo com entusiasmo, porque sei que pode ser uma descoberta notável para aqueles quem conhecem e para os que desconhecem a obra dos Maritain.

Jacques e Raïssa Maritain desempenham o papel de um “casal-farol” da vida intelectual e espiritual francesa, na primeira metade do séc. XX. Foram alunos do filósofo Henri Bergson, afilhados espirituais do escritor católico Léon Bloy, amigos de Ernest Psichari e de Jean Cocteau, de Charles Péguy e de numerosas outras figuras ilustres da literatura francesa.

Jacques e Raïssa superaram as crenças de sua época, marcada por duas guerras mundiais, pelo positivismo que dominava o ambiente intelectual, e se consagraram à busca da verdade cristã.

via A graça da amizade – Jornal Opção

“A Rebelião das Elites”, Christopher Lasch

Christopher Lasch, via Dionisius Amêndola.

preconceitosdiletantes

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“Cultura é o sistema de ideias vivas que cada época possui. Melhor: o sistema de ideias das quais o tempo vive.”

José Ortega y Gasset

Das vantagens de se ter uma boa biblioteca em casa uma das mais interessantes é, em um dia moroso, de chuva agradável, fina, a refrescar o ar, esbarrarmos descuidada e displicentemente em um daqueles livros que em determinado momento da vida, teve papel fundamental em nossa formação. E apesar de não recordamos em detalhes, sabemos que a “impressão” dos argumentos e ideias esta lá; mas como o rosto de um amigo ou de um parente distante, as nuances já nos escapam, ficam borrados os contornos e o que temos muitas vezes é um fiapo reconstruído de memória. Pois nestes dias morosos, reencontrar um amigo ou um bom livro é um prazer nostálgico, cheio de temores e anseios.

Em ambos os casos, o tempo que passou…

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Centenário da poetisa Dora Ferreira da Silva

Rondando as fronteiras do sagrado
Dora Ferreira da Silva (centenário)

No ano do centenário da poeta Dora Ferreira da Silva, somos brindados por uma edição que para mim é o lançamento do ano no mercado editorial brasileiro “Uma via de ver as coisas[i]”, segunda edição de um livro que foi pela primeira vez editado em 1973, como o segundo livro individual de Dora.

[i] SILVA, Dora Ferreira da (1918-2006). “Uma via de ver as coisas”. Goiânia: Martelo, 2018.

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Poesia Falada…”Cem poemas essenciais”

Do projeto “Cem poemas essenciais”.

 

sonia-maria-institucional-02Poema: “Vislumbres”, de Sônia Maria Santos.
Récita de Adalberto Queiroz.
Música: “Fado de Vila Boa”, Pádua e Maria Eugênia.
Trabalhos técnicos:
Roberval Silva.
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