Mo Yan e eu

Mo Yan e eu

O narigudo e o “Boca Grande”. Aqui estamos, nascidos no mesmo ano bom da Graça de N.S. Jesus Cristo de 1955. Uma amizade que deveríamos ter começado há muitos anos antes.
Leitura rápida. Lembranças que vão se confundindo com leituras antigas, sentimentos arcaicos. De um ponto pra frente (ou pra trás), já não sou o leitor conduzido, sou mesmo quem se confunde com a sua (dele) lembrança (de autor). Como pela mão da ficção, nem leitor nem autor pudessem se distinguir de suas lembranças. Recomendo, com entusiasmo, a leitura.

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