Dois andares na “Casa da poesia brasileira”

Para os poetas Augusto Frederico Schmidt e Tasso da Silveira…

E ao traçar estes dois perfis em resumida crônica, encerro o ciclo “Poetas católicos do Brasil”.

Confira o artigo na íntegra, clicando no link abaixo:Destarte 11 ABR 2018.PNG


 

2015 – Fatos relevantes (1)

Balanço de 2015 – O que é relevante é o que vivemos no pequeno núcleo familiar. São os Afetos, os que jamais se encerram; as carícias que nos permitimos; as manhãs douradas pelo Sol em que tomamos silenciosos nosso café-da-manhã, à véspera de aventuras de mais um dia de vida. Relevante é a Gratidão.

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Um ensaio que não sai…

Leveza & Esperança | Literatura e Arte: um olhar Cristão

IMPRESSIONANTE como em minhas leituras sou vítima de uma tendência a pensar em círculos.
Nada mal, pois que desses círculos, saio sempre nutrido mas com uma certa fadiga.
Se e quando a leitura me agrada, penso em esparramar o amor ao texto (livro, artigo) lido; mas aprendi que para refletir sobre o que foi lido, é preciso tempo e um projeto contínuo de leitura e reflexão.
Duro é quando o ciclo (ou círculo) – como agora – anuncia-se como passado e a reflexão objetiva e lógica parece não vir.
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EIS PORQUE TAIS FASES precisam ser emolduradas em seus próprios limites. Em minhas leituras foram tantas as fases quantas idades. Ventos diversos me levaram (e continuam me levando) a uma espécie de ‘rincão’, um “terrain”, donde colho algumas boas uvas e parece necessário um certo tempo para que essas se acomodem até se transformar em suco ou vinho e possa passá-las a uma garrafa e transportá-las, já consumíveis, por algum leitor ávido do fruto da videira do leitor, o outro. Busco o segredo e o limite, esperando…

LEMBRO-ME com alegria de fases de leituras antigas e essas se vão, como a água do João Leite, pois que nunca hei de considerar-me um leitor de Araguaia, Tocantins ou – suprema vontade – um leitor amazônico.

HOUVE um tempo em que me debrucei sobre os gregos, a Eneida eu a comprei num livrinho barato dessas editoras (livro de bolso), creio que Ediouro. Eu quebrei-o em pedaços que levava comigo no trajeto até o trabalho. E assim fui substituindo os “pedaços” até o final do longo poema Virgiliano. Vieram outros da mesma safra e preço.

COM a biblioteca Pública de Porto Alegre, vieram-me os livros emprestados e lidos durante as noites frias da cidade de Dyonélio Machado (ou por onde ainda passeava o poeta-anjo e suas heras, Mário Quintana). Uma das fases mais interessantes deste período ficou-me gravada – a leitura das fantasias de J. L. Borges e seu amigo Adolfo (Bioy Casares).

JÁ ganhava alguns trocados a mais e pude começar minha coleção de livros que ia alinhando nas prateleiras de minha casa (apartamento) em Porto Alegre. Os sebos sempre foram uma fonte acessível e me deram a Comédia Humana de Balzac em estado de seminovos. Dias e noites de boa leitura. Cartas, anotações, paixão.

Minha mulher não teve dúvida, anos mais tarde, de nomear nosso lindo ‘collie’ de Balzac; a quem o amigo francês, quando nos honrava com sua visita chamava-o por Honoré…

Comecei pensando nas leituras e na pilha de livros e nas fases para tecer-lhes a planta-baixa de minha dificuldade atual. Tenho todo o tempo do mundo para ler e não consigo palmilhar a lista interminável de livros (bons) que alinhei para a leitura, sobretudo com o apoio do curso de Filosofia que faço online.

JUSTO quando a fase de Augusto Frederico Schmidt, revisitado por seis meses, é dada como fase passada, tenho a chance de publicar um ensaio em uma conceituada revista online, mas sinto-me paralisado pela síndrome do “ensaio-que-não-sai…

Se é verdade que “o grande segredo da ação bem sucedida é o seu limite” – como ensina-me o pensador Olavo de Carvalho –, eis-me a impor um limite.

O limite da hora presente é o de ouvir o ruído da ventania que me traz um dado autor (ou conjunto de autores, pois que nunca chegam sozinhos); prescrutar-lhe(s) o sentido e a mensagem da(s) obra(s), artigos, aulas etc. e deixar passar um tempo, até que amadureça o bom vinho do ensaio, da reflexão meditada.

Ensaio que no fundo é “tentativa” de dizer algo, para além do que foi lido.
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Eis um plano aceitável como limite para um leitor que deseja colocar na imortalidade sua esperança.

Assim, o ensaio virá e já disponho de uma justificativa interessante perante o amigo-professor Francisco, mesmo que a fase A.F. Schmidt pareça ter visto seu FIM.

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O poeta-empresário Augusto F. Schmidt revisitado

Slides da Palestra na 1a.Noite Cultural Acieg/Ube-GO, Goiânia, 21 de maio de 2015.

Desde os 14 anos, uma vida dedicada ao Comércio
As múltiplas ações: faces do poeta: o articulista e o empresário bem-sucedido, que se fez com muito trabalho, que nunca teve inimigos, mas que arrumou um “Lacerda” como oponente irascível e polemista incansável…
Rompendo o 'círculo de silêncio
Clique para ver os slides da palestra!
O grande lírico, o
O grande lírico, o “poeta-gordo“, o poeta do amor, do mar, da morte. “O poeta  de Deus” mas capaz de versos de erotismo velado…

Revista LINK ACIEG destaca evento Homenagem a Schmidt.

Revista Link Acieg, Maio, 2015
Evento é destaque da revista de entidade dos comerciantes de Goiás. 

Assim foi a “1a. Noite Cultural Acieg/Ube-GO – Homenagem a Augusto Frederico Schmidt

Lvireto-memória Evento

AMIGOS da Acieg e da Ube; diletos associados e escritores – recebam meu mais sincero “Muito Obrigado!” pela acolhida e o carinho que demonstraram participando da organização e da celebração da 1a. Noite Cultural – “Homenagem a Augusto Frederico Schmidt”.

À Fundação Yedda & Augusto, meu muito obrigado por repercutir.
Aos parceiros do evento, um super-Obrigado, em especial a Mário Zeidler Filho e Editora Livraria Caminhos.

Homenagem a Augusto Frederico Schmidt (pág.1)
Homenagem a Augusto Frederico Schmidt (pág.1). Editora Caminhos.Acieg/Ube.Org.  Adalberto de Queiroz.

Que venham outras noitadas de poesia na Acieg.
Saiba como foi o evento no site da Acieg.
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Colagem Schmidt, Acieg
Colagem de momentos da Homenagem a Augusto Frederico Schmidt, Acieg, Goiânia, 21/MAI/2015.


**Obs.: Sobre o Poema Falado do vídeo –

Trechos de Soneto sobre a Luz (e não ‘Luz do Mar’, como os técnicos fizeram constar sobre o vídeo).

Poema Falado – vídeo.