Poemas Católicos
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Cacos para um vitral
No final dos anos 1970, tornei-me um apaixonado da poesia de Adélia Prado, ao visitar minha irmã adotiva em Divinópolis e ter tido a chance de conhecer a poetisa que era sua vizinha. Continue reading
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Posts curtos – poema a Ursulino Leão
Da série “Gênese de um livro” O burrico A Ursulino Leão. “Platero e eu” é história antiga de quando os animais falavam; quem contou foi Ursulino – por Leão de sobrenome, mas d’alma de cordeiro cativo. No dia de… Continue reading
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Livros, 2017
O poeta goiano Heleno Godoy foi muito feliz nesse exercício de nomear o objeto livro. O LIVRO Heleno Godoy* “Um livro responde às assinaturas subscritas, incorpora tempestades, incendeia oceanos poderosos, ervas frágeis, manhãs que des- pertam quando a lua ainda… Continue reading
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Lúcio Cardoso, poeta!
É preciso romper o silêncio que se instaura em torno de alguns escritores, é preciso revelar o que foi “injustamente deslembrado da memória editorial do mercado brasileiro“, conforme Esio Ribeiro no ensaio “Introdução à poesia completa de Lúcio Cardoso” (vide… Continue reading
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Comunicação no I Colóquio de Poesia Goiana, 2017
I Colóquio de Poesia UFG, 12 de Junho de 2017 – participação na Mesa coordenada pelo poeta Miguel Jubé, doutorando em Letras pela UFG; tema: “A nova poesia em Goiás”. Participação minha com os poetas Edmar Guimarães, Fabrício Clemente e… Continue reading
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A gênese de um livro (IV)
A taça dourada* O sol não brota; ele se mostra com tudo o que a noite esconde. Sol em minha janela e sua fronde de pinheirinho molhado; amostra de desejo e fonte de toda paz; do que tenho merece graças… Continue reading
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A gênese de um livro (III)
Canções americanas (2) Ah! azevinheiro em minha janela mas meu coração não está mais lá; estreita era a cama – nós dois nela, mas meu amor está amarrado lá. Mas meu amor está amarrado lá onde a grama está sempre… Continue reading
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A gênese de um livro (I)
Esqueça o Poema (1) Continue reading
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Poemas de esperança (V)
Se toda lua é atroz; se todo sol, amargo o que seria de ti, oh triste caminhante desse destino com o peso do desencargo trazido às costas? sulcas o solo e avante Continue reading
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Um “serpentário de erros”
JORGE DE LIMA em seu testamento poético criou uma longa “biografia épica” e recriou-se como poeta, na pele de um insular da poesia de nosso hemisfério Canto I, 1 Um barão assinalado sem brasão, sem gume e fama cumpre apenas… Continue reading



