Do espanto e outros mistérios

Minha crônica desta semana é sobre um fato pontual

A greve dos transportadores no Brasil colocou-nos na posição de reféns de um movimento paredista que por pouco não se deixa dominar pela irresponsabilidade.

E se não entendo (e resolvo) essa circunstância não poderia continuar escrevendo nem lendo…
“Termino de ler “A Mente Naufragada”, do pensador norte-americano Mark Lilla em meio (ou no fim?) da greve dos transportadores. Eu havia me transportado para um mundo de análise profunda do que seria um naufrágio de análises políticas e me sinto um Jonas cuspido por uma baleia em praia brasileira…”

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Em greve, transportadores tomam o cidadão comum como refém (c) Foto-Tomaz-Silva-Ag-Brasil
RIO DE JANEIRO 28 05 2018 Caminhoneiros ocuparam trechos de rodovias em todo o país, neste caso, foto da Rod. Presidente Dutra Rio de Janeiro. (c) Tomaz Silva/Ag Brasil

Para dizer adeus a 2015

CRÔNICA PUBLICADA EM PORTAL RAÍZES. – Goiânia, 23-DEZ-15.
ANTES que o ano se vá, esvaindo-se em dias, horas, minutos; antes que a contagem regressiva que anuncia o Novo comece, eis-me aqui para dizer-lhe duas ou três coisinhas. Nem sei ao certo se ficaria bem dizê-las numa página de jornal eletrônico; se melhor não ficariam em uma folha de papel envelhecido, num cartão artesanal, desses feitos com muito amor pelos Pintores com a Boca e os Pés…
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Quero dizer mas não me sinto seguro se esta mensagem há de chegar-lhe inteira. Quero dizer mas não encontro as palavras. Há um ruído medonho no mundo a impedir-me de ouvir (ou sentir) sua reação; nem seus olhos dialogam comigo, usando essa página de computador.
Entanto, sei que se persistir dizendo; você dirá a outro e outros mais e tê-lo-emos dito de uma forma intensa e duradoura.
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Bravo! Do sonho e outras quimeras, por Nélson L. Castro

“Sonho…e enquanto sonho,

desenho um mundo risonho

onde se não morre nem mata

Um mundo de faz-de-conta,

no qual o tempo não conta,

tão belo que só o sonho o retrata…
(Nélson L Castro).
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https://mukandasdonelsinho.files.wordpress.com/2015/03/dreams.jpg?w=471&h=321

Falar de mim….

Cartas do cotidiano-Sobre Bernanos e os teólogos da corte…

Caderno de notas do cotidiano

EU e o JORNAL DIÁRIO: uma carta publicada no jornal local de Goiânia (GO), Brasil.

Carta ao Popular, Goiânia
Adalberto Queiroz a’O Pop, Goiânia.

Georges BERNANOS sempre atual
BERNANOS e os sacerdotes da Igreja!

Donissan e Cénabre: exemplo e contra-exemplo da conduta cristã.

Sobre Bernanos e a prática dos sacerdotes hoje…
Carta a’O Popular (Goiânia-GO).

Posts ligeiros (1)

Quase uma legenda: minhas amadas árvores.
Um dia compramos um terreno, minha mulher e eu. Lá havia sete árvores.
Planejamos e projetamos tudo para que nenhuma fosse sacrificada.
Do projeto ao acabamento, às árvores prestamos homenagem e respeito.
Mantivemos as sete – uma delas engastada no beiral da garagem improvisada, pois garagem não havia.
Um dia, nos mudamos.

Tamburil, orelha-de-macaco...
Tamburil, orelha-de-macaco…

O cidadão que a nossa casa comprara, mandou meter a serra-elétrica nas copas frondosas e a tudo destruiu.
Mudança feita, abraçamo-nos às árvores do novo território. Onde há esse tamburil centenário, abraço-me à terra que nos é dada. Felizes, minha mulher e eu; genros e filhas e netos. Um caloroso abraço que não cessa de me dar alegria.

Linguagem

Um neto pode mudar muita coisa. A forma de comunicação é só uma faceta de um universo em mutação para nós, avós. É hora de rever nosso jeito de nos comunicarmos, falando ou ouvindo: no esforço de entender o garoto e procurando ser entendidos.
Meu neto de 2 anos e meio (born in USA), ouve a língua de Camões (por ser a língua materna) e o inglês, do pai. Responde em língua de criança de 2,5 anos com um strong accent da língua de Shakespeare.
No meio, há palavras ininteligíveis até pra Mommy (dele).DSC01441
Não vou fazer um glossário do portuglish do meu neto porque não me acho preparado ainda (estou cadastrando algumas mais engraçadas) mas de vez em quando eu me sento como o matuto que vai ao cinema, na estória de Jessier Quirino.

De qualquer forma, nossa comunicação transcende a tudo por conta dos laços familiares… mas de vez em quando, me sinto como o matuto no cinema:

– “Aí o artista: “num-sei-que-lá, num-sei-que-lá, num-sei-que-lá…

Bom é saber que os laços familiares mudam tudo, possibilitando uma comunicação eficaz e, principalmente, de muito Afeto…

Aproveito o tema Linguagem – em qualquer idade -, para deixar pra você, leitor, a criação de Jessier Quirino que com certeza pode fazer você rir um bocado!.