Adalberto Queiroz
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A gênese de um livro (I)
Esqueça o Poema (1) Continue reading
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Poemas de esperança (V)
Se toda lua é atroz; se todo sol, amargo o que seria de ti, oh triste caminhante desse destino com o peso do desencargo trazido às costas? sulcas o solo e avante Continue reading
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Poemas de esperança (memorial)
Goyaz (1) No outono da vida o sol do cerrado seca as mesmas sementes — sol a pino: sementes de abóbora comidas assadas coisas de antanho com igual desatino. Cajá-manga devorado com sal, à sexta hora o gosto arcaico na… Continue reading
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Livros 2016
Uma pequena e valiosa lista no painel dos leitores do Opção Cultural. São sete livros apenas, comentados em no máximo 10 linhas, revelando que nem sempre o lançamento do ano em curso é o que atrai o leitor seletivo. Se me… Continue reading
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Destino palavra (poemas), 2016
Esta é a íntegra do discurso parcialmente dito na Ube, ontem, dia 18/10/2016. A emoção e o tempo me impediram de dizê-lo todo. Digo-o aqui. Boa noite! disse, bom dia, boa tarde,,,dependendo do seu fuso, amigo do blog Leveza & Esperança.… Continue reading
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Entrevista ao Opção Cultural
Conversei com Yago Rodrigues Alvim, editor de Cultura do semanário Jornal Opção (Goiânia). Leia a entrevista abaixo. Clique no logo do jornal para ler a entrevista Opção Cultural. Continue reading
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Em lançamento: “Destino Palavra”
Video de apresentação dolançamento do livro de poesia – “Destino Palavra” (Adalberto de Queiroz), na Ube/Seção Goiás. Continue reading
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“Destino Palavra” em Goiânia
Diletos amigos do meu blog: A presença de vocês me deixará ainda mais feliz! Venha participar do coquetel. Estarei autografando a partir das 19h30. O livro tem posfácio do mestre (doutorando) Francisco Perna Filho. Capa e projeto gráfico – Mário… Continue reading
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Destino Palavra
MEU NOVO LIVRO DE POEMAS Breve! Em todas as boas livrarias virtuais do mundo (e algumas presenciais) do Brasil. Saiba mais! Continue reading
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Pai ignorado*
PAI IGNORADO (Um poema de ocasião. Ou como dizia Goethe: toda minha poesia foi de ocasião…) Eu não acompanhei o enterro Do pai que nunca conheci. De minha carne, não erro: não era nariz do morto que vi. Albert Camus enterrou… Continue reading


