O espaço

O Espaço *********Adalberto de Queiroz Porque a poesia nos coloca em estado-de-emergência – como dizia o Gaston, Eu vos digo: eis-me aqui, acólito do ritual canônico do verbo criando stanzas velhas - atónito (!) com o poder etéreo, soberbo. Sem impertinências, nem pedras pelo caminho, - pedras estão diante dos olhos! as pedras clamarão, agora clamam. … Continuar lendo O espaço

Poema “Oh! navios à barra atados!”

"Oh, navios, à barra atados!" - poema publicado em meu livro "Destino Palavra" (2016) ganhou três publicações de grande alcance. Agora, foi a vez da revista do Sicoob - Ano II, nr. 3 - Maio 2017 - o que me deixa muito feliz. Leia o poema em fac-símile abaixo (ilustr. Amaury Menezes) O livro Destino Palavra … Continuar lendo Poema “Oh! navios à barra atados!”

A gênese de um livro (I)

Esqueça o Poema (1) https://sway.com/s/QUlK1rDWHPWSuzM2/embed

Poemas de esperança (V)

Se toda lua é atroz; se todo sol, amargo o que seria de ti, oh triste caminhante desse destino com o peso do desencargo trazido às costas? sulcas o solo e avante

Poemas de esperança (memorial)

Goyaz (1) No outono da vida o sol do cerrado seca as mesmas sementes — sol a pino: sementes de abóbora comidas assadas coisas de antanho com igual desatino. Cajá-manga devorado com sal, à sexta hora o gosto arcaico na boca desata sonhar — feito pamonhas ao leite ou torta de amora vem só o … Continuar lendo Poemas de esperança (memorial)

Um “serpentário de erros”

JORGE DE LIMA em seu testamento poético criou uma longa "biografia épica" e recriou-se como poeta, na pele de um insular da poesia de nosso hemisfério Canto I, 1 Um barão assinalado sem brasão, sem gume e fama cumpre apenas o seu fado: amar, louvar sua dama, dia e  noite navegar, que é de aquém … Continuar lendo Um “serpentário de erros”