Poesia

  • Emily Dickinson (“uma centena de poemas”)

    QUÃO SABOROSAS SÃO AS MANHÃS DE SÁBADO… Tanto mais quando as completamos com poesia. ABRO “Uma Centena de Poemas”(*) ao acaso, como quem abrisse um breviário. E me vem este presente: “Dizem, ‘com o tempo se esquece’, Mas isto não… Continue reading

  • Emily Dickinson (“uma centena de poemas”)

    QUÃO SABOROSAS SÃO AS MANHÃS DE SÁBADO… Tanto mais quando as completamos com poesia. ABRO “Uma Centena de Poemas”(*) ao acaso, como quem abrisse um breviário. E me vem este presente: “Dizem, ‘com o tempo se esquece’, Mas isto não… Continue reading

  • Our Secret

    Publicado originalmente em Source of Inspiration: I have a secret; I would give it to you but it is already inside of you waiting for you to discover for when you do you can play the game and still be… Continue reading

  • Ainda e sempre Fernando Pessoa

    A ESSÊNCIA DO COMÉRCIO (c)Fernando Pessoa Aqui há anos, antes da Grande Guerra, correu os meios ingleses, como exemplo demonstrativo da insinuação comercial alemã, a notícia do caso curioso das “taças para ovos” (eggcups) que se vendiam na Índia.O inglês… Continue reading

  • “Porque estás vivo aqui, agora e sempre…” Adeus, poeta!

    IVAN JUNQUEIRA, 1934-2014, poeta e tradutor, autor entre outros de “Os Mortos” (1964), “Três Meditações na Corda Lírica” (1977), “A Rainha Arcaica” ( 1980). Tradutor a quem devemos o melhor de T.S. Eliot em português – “Quatro Quartetos” (1967) e… Continue reading

  • “Porque estás vivo aqui, agora e sempre…” Adeus, poeta!

    IVAN JUNQUEIRA, 1934-2014, poeta e tradutor, autor entre outros de “Os Mortos” (1964), “Três Meditações na Corda Lírica” (1977), “A Rainha Arcaica” ( 1980). Tradutor a quem devemos o melhor de T.S. Eliot em português – “Quatro Quartetos” (1967) e… Continue reading

  • All I Need

    Publicado originalmente em Source of Inspiration: I have all I need so this prayer is for another. May you have peace; that your heart be healed believe in God’s love. I have all I need for I have been blessed… Continue reading

  • J.G. Merquior: Muriloscopia

    [Ou: “O travo agridoce da Saudade.] J.G. MERQUIOR escreveu, em maio de 1978, aquele que considero o prefácio definitivo e, naturalmente, com um título tipicamente merquioriano: “Notas para uma Muriloscopia“. Ninguém melhor do que J. Guilherme poderia ter uma visão… Continue reading

  • Quando a Poesia é uma forma de oração (I)

    HÁ POETAS PARA QUEM escrever é uma forma de rezar.Um exemplo evidente do que estou dizendo vem de boa parte da poesia de Jorge de Lima. E se cantar é rezar duas vezes,  diria que fazer (ou ler) poemas dessa… Continue reading

  • Quando a Poesia é uma forma de oração (I)

    HÁ POETAS PARA QUEM escrever é uma forma de rezar.Um exemplo evidente do que estou dizendo vem de boa parte da poesia de Jorge de Lima. E se cantar é rezar duas vezes,  diria que fazer (ou ler) poemas dessa… Continue reading