Edmar Guimarães
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Dois poemas de Edmar Guimarães
INTERIORES Permeável o que não se vê: ave só pena no ateliê do texto. O invisível exercita o êxtase. Dentro das plumas não há carne. Só uma ilusão de ave vive. O vento se espalha sopros, deixa nu o invisível… Continue reading
