Queres ler o quê?

Muito se publica e a subliteratura parece imperar. As listas são um horror para aquele que quer ler com critério. Um guia para ler e saborear a leitura.

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2015 – Fatos relevantes (1)

Balanço de 2015 – O que é relevante é o que vivemos no pequeno núcleo familiar. São os Afetos, os que jamais se encerram; as carícias que nos permitimos; as manhãs douradas pelo Sol em que tomamos silenciosos nosso café-da-manhã, à véspera de aventuras de mais um dia de vida. Relevante é a Gratidão.

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“Cadernos de Sizenando” tem primeiras impressões de leitura…

OS PRIMEIROS LEITORES se expressam, depois da Apresentação e do Posfácio, respectivamente textos de minha “madrinha literária” – a Poetisa SONIA MARIA DOS SANTOS; e do amigo Poeta Brasigóis Felício (que já havia apresentado meu livro “Frágil Armação” (1985). 

Euler De França Belém sobre os Cadernos
Euler de França Belém comenta sobre os Cadernos de Sizenando
Agora, foi a vez do Editor-Geral do JORNAL OPÇÃO, anunciar-se como leitor atento dos Cadernos… 

Veja como foi esta primeira abordagem, fruto das primeiras impressões de leitura do jornalista Euler Fagundes De França Belém.

Experimentado leitor e detentor de alta cultura, Euler promete um artigo mais abrangente ao final da leitura…
O poeta aguarda com a ansiedade natural de todo lançamento!

Ainda e sempre Fernando Pessoa

A ESSÊNCIA DO COMÉRCIO

(c)Fernando Pessoa

Aqui há anos, antes da Grande Guerra, correu os meios ingleses, como exemplo demonstrativo da insinuação comercial alemã, a notícia do caso curioso das “taças para ovos” (eggcups) que se vendiam na Índia.
O inglês costuma comer os “ovos”, a que nós chamamos “quentes”, não em copos e partidos, mas em pequenas taças de louça, do feitio de meio ovo, e em que o ovo, portanto, entra até metade; partem a extremidade livre do ovo, e comem-no assim, com, uma colher de chá, depois de lhe ter deitado sal e pimenta. Na Índia, colónia britânica, assim se comiam, e naturalmente ainda se comem, os ovos “quentes”. Como é de supor, eram casas inglesas as que, por tradição aparentemente inquebrável, exportavam para a Índia as taças para este fim.

 

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Colaboração em pauta

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Trabalhar juntos – blog, práticas, mentoring

Um dos assuntos a ser abordado – sempre seguindo as lições aprendidas com meus gurus em Colaboração – prof. Morten T. Hansen, Weiss & Hughes, e a dupla Ricci-Wiese será 
– Quão colaborativa é sua liderança?
Você ainda acha que colaboração é teamwork apenas (trabalho em equipe). Ou é um processo?
Você acredita mesmo que colaboração se resolve (somente) com ferramentas de T.I.?

Tudo isso e muito mais. Inscreva-se Já!
Colab_Livros

Motivação, segundo Ortega Y Gasset

Motivação:

“Antes de fazer alguma coisa, cada homem tem que decidir, por sua conta e risco, o que ele vai fazer. Porém essa decisão torna-se impossível se o homem não possui algumas convicções sobre o que são as coisas ao seu redor, ou os outros homens, ou ele mesmo. Unicamente tendo em vista tudo isto, ele pode preferir uma ação à outra, pode, em resumo, viver.

Daí que o homem tenha que estar sempre em alguma crença e que a estrutura de sua vida dependa primordialmente das crenças em que ele esteja e que as mudanças mais decisivas na humanidade sejam as mudanças de crenças, a intensificação ou enfraquecimento das mesmas. O diagnóstico de uma existência humana – de um homem, de um povo, de uma época – tem que começar assentando o repertório de suas convicções, que são a base da nossa vida. Por isso se diz que o homem está nelas. As crenças são o que verdadeiramente constitui o estado do homem, e eu as tenho chamado de “repertório” para indicar que a pluralidade de crenças em que um homem, um povo ou uma época está nunca possui uma articulação completamente lógica, isto é, não forma um sistema de idéias, como o é, ou aspira a sê-lo, por exemplo, uma filosofia.

(Ortega y Gasset).

Refiro-me à releitura atenta de Candide de Voltaire, na chácara de um amigo no interior de São Paulo, na pequena Boituva. Fico pensando nas desventuras do herói de Voltaire e suas implicações, seja como leitura de mero divertissement, seja como convite à reflexão.

A lição final em que se reúne todo os personagens em volta de Candide está clara:

“É preciso cuidar da nossa horta!”

“O trabalho nos livra de três dissabores: os vícios, as contrariedades e a pobreza” (check it!)

Atenção e cuidado com minha família (minhas três damas, as Amaral Queiroz), cuidado com minhas azaléias, minha ida à missa dominical, minhas aulas de catecismo…minhas cefaléias e insônias, meus livros, minhas croniquetas, meus poeminhas “bobinhos” (à la Marcos Caiado): minha vida, enfim…