Cadernos (2)
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Explorando a Cultura Americana: Uma Viagem de Conhecimento
Nova Iorque, 3 de outubro de 2024 – Com o coração e a mente na América, retorna-me inteira à lembrança a frase do escritor francês Albert Camus em seu Diário de viagem, na saída da França: “América. Partida. Passou aquela… Continue reading
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Posts curtos – poema a Ursulino Leão
Da série “Gênese de um livro” O burrico A Ursulino Leão. “Platero e eu” é história antiga de quando os animais falavam; quem contou foi Ursulino – por Leão de sobrenome, mas d’alma de cordeiro cativo. No dia de… Continue reading
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Poema inédito 2020 (2)
Isaías fala (1) “Qual tecelão, eu ia tecendo a minha vida,mas agora foi cortada a sua trama.” Contrito, o poeta lê o livro do profeta hebreu.Em busca de palavras, abre o livro, medita sua letra. Antes fora o medo, é… Continue reading
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Poemas inéditos, 2020 (1)
Isaías fala Vida minha vida de tecelão, que vai tecendo malha simples tal qual a de todo cidadão – era trama antes de lhe cortarem de uma vez sua essência de trama, agora não há tear ou urdidura, não há… Continue reading
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Ao nosso amor, poema em destaque
Fiquei muito feliz com este destaque dado pelo site do Instituto Cultural Sicoob ao meu poema (Ao nosso amor). Para ler o poema, clique na figura abaixo. Continue reading
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Comunicação no I Colóquio de Poesia Goiana, 2017
I Colóquio de Poesia UFG, 12 de Junho de 2017 – participação na Mesa coordenada pelo poeta Miguel Jubé, doutorando em Letras pela UFG; tema: “A nova poesia em Goiás”. Participação minha com os poetas Edmar Guimarães, Fabrício Clemente e… Continue reading
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Um poema em homenagem a Lúcio Cardoso
Onde presto homenagem a Lúcio Cardoso (1912-1968), poeta e romancista, autor, entre outros e “Crônica da casa assassinada” (1959). Para ler o poema, sobre o personagem Timóteo (2/3 poemas) clique no link do Sway, abaixo. Continue reading
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A gênese de um livro (V)
Poema de hoje, 04 de março de 2017. Este poema (ainda em rascunho) nasceu da releitura de Daniel, 4, sob a inspiração de Robert Graves. Creio que posso chamá-lo de “meu Nabucodonosor”, mas preferi intitular de “A Queda (I)” – intuindo… Continue reading
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A gênese de um livro (IV)
A taça dourada* O sol não brota; ele se mostra com tudo o que a noite esconde. Sol em minha janela e sua fronde de pinheirinho molhado; amostra de desejo e fonte de toda paz; do que tenho merece graças… Continue reading




